quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Felicidade em excesso pode fazer mal

Não há dúvida de que ser feliz é bom, mas em excesso pode ser um veneno. E, quanto mais procuramos a felicidade, menos somos felizes. Conheça o lado B da felicidade.

Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.

É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além do aumento da satisfação pessoal.

Como você pode perceber, felicidade não é uma só. Ela vem em diferentes sabores.

Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo (excitação x calma) ou do engajamento social (compaixão x orgulho). Certos tipos de felicidade são muito autofocados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. É o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social. O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor, como a mania.

A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.

O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter os pés no chão.

Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.

* June Gruber é professora de psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Aprende a estimar os outros (...) sem exigir-lhes mudanças imediatas

Não temos como sondar o íntimo real de cada pessoa e apenas Deus conhece essa realidade.
Nem nós mesmos nos conhecemos completamente.
Como então julgar e exigir?
Trazemos a infeliz tendência de querer corrigir os outros.
É um equívoco.
Podemos transmitir informações, falar de nossas experiências, aconselhar quando solicitados, mas a única e real maneira de ensinar com qualidade é através do exemplo, no esforço próprio de melhorar a si mesmo.
Essa é a forma didática mais eficaz para tentar ajudar alguém.
É do comportamento saudável e reto no bem que despertamos a atenção, estimulando pessoas a optarem por uma vida mais equilibrada.
No silêncio do exemplo, podemos falar mais do que no barulho de palavras que tentam convencer.
Antes de exigir dos outros, sejamos aqueles que espalham a esperança e harmonia, onde estejamos. Isso significa estimar, valorizar as demais pessoas.
Note-se que o clima de alegria reinante nos encontros de pessoas que se querem bem, que gostam de estar juntas, é resultante dessa aceitação e estima dos outros, sem exigências.
Quando há rigidez e exigências, o ambiente e o relacionamento não fluem, gerando mal estar e constrangimentos.


Orson Peter Carrara
Trecho do Livro: Tensão Emocional

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Pelo menos um copo de leite por dia melhora performance cerebral

RIO - Tomar ao menos um copo de leite todos os dias pode não apenas aumentar a ingestão dos nutrientes chaves mais necessários, mas também impactar positivamente a performance de seu cérebro, de acordo com um recente estudo publicado no "International Dairy Journal". Os pesquisadores descobriram que adultos com consumo maior de leite e produtos derivados dele tiveram uma pontuação significativamente maior em testes de memória e funções cerebrais do que aqueles que beberam pouco ou nenhum leite. Quem consumia a bebida era cinco vezes menos propenso a falhar nos exames, comparado a quem não bebia leite.

Pesquisadores na Universidade de Maine realizaram testes com mais de 900 homens e mulheres com idade entre 23 e 98 anos. Os exames incluíam visão espacial, exercícios de fala e memória. O estudo também acompanhou os hábitos de consumo de leite dos participantes. Nas séries de oito diferentes medidas de performance mental, independentemente da idade e através de todos os testes, os que beberam ao menos um copo de leite por dia tinha vantagem.

As maiores pontuações para todos os oito resultados foram observados naqueles com maior ingestão de leite e produtos lácteos em comparação com os que consumiam pouco leite ou consumiam sem frequência. Os benefícios persistiram mesmo depois do controle de outros fatores que podem afetar a saúde do cérebro, incluindo a saúde cardiovascular, estilo de vida e dieta. Na verdade, quem bebia leite tendia a ter uma dieta mais saudável, mas havia algo no consumo da bebida especificamente que oferecia vantagem na performance do cérebro, de acordo com os pesquisadores.

Além dos diversos benefícios, como o fortalecimento dos ossos e a saúde cardiovascular, o potencial de evitar o declínio mental pode representar um benefício a mais, com grande potencial de impacto sobre o envelhecimento da população. Enquanto mais estudos são necessários, os cientistas sugerem que alguns dos nutrientes do leite podem ter um efeito direto sobre a função do cérebro e que "mudanças de estilo de vida facilmente implementáveis que os indivíduos podem adotar apresenta uma oportunidade de retardar ou prevenir a disfunção neuropsicológica".

Os benefícios para o cérebro são apenas mais uma razão para começar o dia com leite com baixa quantidade ou sem gordura. As Diretrizes Dietéticas para os Americanos de 2010 recomendou três copos de leite com baixa ou sem gordura por dia para adultos.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Dia 30, o dia da saudade.

Quem curte música, sempre tem uma canção (ou mais) que faz lembrar de alguém, de um lugar, de um tempo, de um amor. No dia da saudade, “comemorado” neste dia 30 de janeiro. Vamos deixar aqui uma música que fala do que é sentir saudade e, também, descreve seus efeitos.
A canção “De volta para aconchego” fez um estrondoso sucesso na voz de Elba Ramalho nos anos 80. Uma mala cheia de saudade… Bonito, não?
“Estou de volta pro meu aconchego
Trazendo na mala bastante saudade
Querendo
Um sorriso sincero, um abraço,
Para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade”

Elba Ramalho e Dominguinhos De Volta Pro Aconchego

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Se você ama, por que não diz?

Hoje estava lendo  um artigo de Bruno Astuto, na revista Época, intitulado "Se você ama, por que não diz?". Dai me lembrei de um artigo que escrevi "O Amor Verdadeiro" e um outro baseado em Arnaldo Jabor "Fome de Amor". Ambos falam da vergonha que as pessoas têm de demonstrar seus sentimentos, de parecerem ridículas se mostrarem que são  românticas. Se disserem eu te amo quer seja para o companheiro (a) ou para os pais, filhos, irmãos, amigos. Muitas pessoas agem dessa forma devido a educação que tiveram, o meio em que vivem.  

Bruno Astuto conta que tem uma amiga que se orgulhava de, em 23 anos de casamento, nunca ter dito “eu te amo” para o marido. Batia no peito como uma vencedora, como o lado vitorioso de um eterno jogo de sedução, em que apenas uma parte cede, e outra capitula. Sua estratégia, garante, deixou-o sempre apaixonado, “no cabresto”. - No fim do ano passado o marido teve um ataque cardíaco fulminante e não resistiu. A mulher não teve tempo de se despedir, nem mesmo de tentar salvá-lo. O golpe lhe foi fatal; ela o adorava, mas não a ponto de lhe contar que o amava.

Bruno Astuto conta que pediu à viúva que o deixasse publicar seu relato. Ela concordou, porque achava importante dividir com as pessoas a maior dúvida que lhe restou dessa terrível experiência: será que é realmente necessário economizar belas palavras? Por que temos vergonha de dizer que amamos alguém? Ele relata a experiência da mulher, que esta arrependida de nunca ter dito ao marido o quanto o amava. Existe muitas destas viúvas nos dias de hoje.

Eu pergunto: há algum problema em nos mostrarmos frágeis de vez em quando? Estou com o Bruno Astuto quando diz que "num mundo sem toques, olhares e os sons das vozes, de carinhos vazios de Twitter e Face book, o grande desafio do ser humano é ir além do “cutuco” das redes sociais. Sair do seu casulo, enfrentar o trânsito, procurar a pessoa e dizer, sem medo, o que sente. Essa geração que começou quando a AIDS, aprendeu que é preciso se distanciar para não se envolver. Para ela, o futuro dos Jetsons chegou de fato — não em termos dos carros voadores, mas dos capacetes invisíveis que protegem do contato físico e mantêm as emoções enclausuradas numa sinistra assepsia".

É por isso que eu não me importo com os olhares atravessados ou algumas piadinhas quando eu e meu marido andamos nas ruas de mãos dadas, trocamos beijos e abraços em locais públicos, dizemos eu te amo a qualquer hora ou em qualquer lugar, quando sentimos vontade. Já ouvi pessoas dizerem: Não são casados, por que ficam se beijando no bar? É ridículo um casal com uma convivência de 32 anos andar de mãos dadas, dizer eu te amo e trocar um beijo em público. Bonito mesmo são adolescentes e jovens que se encontram a primeira vez e se pegam em qualquer lugar e partem rapidinho para os "finalmentes", para em seguida se separarem e dizerem "só ficamos".

Ridículo mesmo é ter vergonha de demonstrar os sentimentos uns para os outros. Ou viver de aparências. Quando flui naturalmente, quando ha um sentimento verdadeiro, não tem que ter lugar nem hora para mostrar, não para os outros, mas, para nós mesmos, para reafirmarmos estes sentimentos. É maravilhoso sermos ridículos porque cantamos, dançamos, tomamos banho de chuva, rimos das piadas ou estórias que já ouvimos o companheiro contar centenas de vezes. Porque demonstramos e falamos o que sentimos.
Como dizia Cazuza, é preciso dizer que te amo, antes que seja tarde demais.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Escolha a sua desculpa para não ser feliz

Estamos no "supermercado das lamentações" e aqui você encontra prateleiras recheadas de ofertas, desculpas e mais desculpas como as mais vendidas:

-"Sou infeliz porque meu marido não gosta mais de mim"

- “Não dá para ser feliz com este chefe que eu tenho”

- "Depois que arrumou uma namorada, meu filho não me ama mais como antigamente"

- "Acho que meu namorado não gosta mais de mim, já não me trata como antes..."

Em super oferta, em até 10 x no cartão, a campeã de vendas:


-"Meus pais não me entendem, por isso sofro demais"

Mas, tem mais, aproveite o "bacião de ofertas":

-"Não consigo firmar nenhum relacionamento, o problema deve ser comigo"

-"Minha saúde vive debilitada desde que me separei"

Quer levar alguma desculpa em oferta?
Ou quem sabe quer aproveitar e descobrir o óbvio:

Sua felicidade está nas suas mãos.

Ninguém pode decidir por você, por isso o médico pergunta para você onde dói, ao invés de tentar descobrir por adivinhações.

Vai, crie coragem e assuma as suas deficiências pare de jogar a culpa das suas frustrações nos outros. Procure dentro de você a libertação das possibilidades que habitam em você e acabe descobrindo essa verdade:

-Todo mundo tem um dom, um talento!

Então, é só aplicar-se naquilo que você tem de melhor.

Não precisa inventar nada, nem fantasiar, nem querer ser o que você não é.

Faça direitinho o básico, e alimente-se dos bons pensamentos, das boas energias, espelhe-se nas pessoas de sucesso, mas não se compare, você é único, e isso é muito bom, pois o mundo precisa de pessoas como você, que sabem fazer o que você faz, mesmo que você não acredite que fazer crochê vale a pena, varrer rua bem varrida é uma maravilha, aquele bolo de fubá que só você faz, aquela planilha no Excel que você simplificou, aquela cirurgia que você reinventou, e qualquer coisa que você faça com amor.


Por falar em amor, quanto você se ama?

Se você ainda está procurando culpados pelo seu fracasso, pela sua infelicidade, pode apostar que você não se ama o suficiente, pois aquele que descobre o amor próprio consegue amar o próximo, o distante, o longínquo e qualquer outra pessoa.

Chega de desculpas, a vida pede uma atitude, não uma desculpa.

Ame-se, encontre-se e seja feliz!



Paulo Roberto Gaefke

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/escolha-a-sua-desculpa-para-nao-ser-feliz/#ixzz1kOzB1iuz

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

7 dicas científicas para ter um casamento feliz

Todo mundo sabe que casamento não é das coisas mais fáceis. Seja você um romântico que sempre sonhou com a vida a dois ou um bon vivant que foi, de alguma forma, empurrado para a união eterna, o cenário é o mesmo: é preciso rebolar um pouquinho para que o relacionamento dê certo. Mas, veja só: eis que a ciência aparece para ajudar nesse desafio. Está solteiro? Anote aí o que procurar no parceiro ideal e já comece a planejar suas táticas pós-aliança. Já se casou? Hum, seu caso é mais grave, mas nem tudo está perdido. Confira, então, o que você ainda pode fazer para melhorar esse laço. E seja, com sorte, feliz para sempre.

Diga sempre “nós”, nunca “eu”.
Quem usa mais pronomes como “nós” e “nosso” nas discussões com a cara metade tem brigas menos longas e desgastantes (consequentemente, vive mais tranquilo) do que os casados que abusam dos “eu”, “você”, “meu” e “seu”. Pesquisadores americanos chegaram a essa conclusão após observaram os papos de 154 casais. Especialmente entre os que estavam juntos há mais tempo, o discurso individualista era um forte sinal de que o casamento não ia nada bem.

Sendo mulher, escolha um cara rico.

Eles são pais mais presentes, o que, além de criar um clima mais “comercial de margarina” na sua casa, ainda faz bem para o cérebro dos pequenos: segundo pesquisadores do Reino Unido, os filhos de pais mais “bem de vida” tendem a ter QIs mais altos. E ah, outro detalhe interessante: os caras cheios da grana dão mais orgasmos às esposas, segundo um outro estudo britânico.

Sendo homem, escolha uma mulher mais bonita do que você.

Todo mundo fica mais feliz neste cenário. É o que mostram os resultados de um estudo da Universidade de Tenessi (EUA). Em testes feitos por lá, foi constatado que ambas as partes do casal se declaram mais satisfeitas com o relacionamento quando a esposa é mais atraente do que o marido.

Fuja das mulheres que têm pais divorciados.
O conselho é bem claro: “mulheres com pais divorciados são mais propensas a entrar no casamento com menos comprometimento e confiança no futuro da relação, aumentando o risco de divórcio”, diz um estudo da Universidade de Boston (EUA), que testou as expectativas de 265 casais que tinham acabado de selar o noivado.

Seja companheiro, mas nem tanto.
Um estudo da Universidade de Iowa (EUA) constatou que o companheirismo excessivo (como dar, com frequência, conselhos que o outro não pediu) é mais nocivo para o casamento do que ser um marido ou esposa meio “nem aí”. Segundo os pesquisadores, é claro que a gente gosta de poder contar com alguém, mas quando esse alguém começa a cuidar demais da nossa vida, o senso de individualidade vai embora e a coisa azeda.

Invista em pretendentes com boa autoestima.
Casar com alguém que não esteja lá muito feliz consigo mesmo é roubada. A dica vem lá da Universidade Estadual de Nova Iorque (EUA). Pesquisadores conduziram testes com jovens recém-casados e observaram que, quando uma das partes tem autoestima muito baixa, tende a se tornar co-dependente e falha em atender às expectativas do cônjuge. A tendência é que, nesse caso, o relacionamento comece a se deteriorar já no primeiro ano de papel passado.

E finalmente: não tenha filhos.
Em mais um estudo da Universidade de Iowa (EUA), um grupo de casais foi entrevistado antes e depois do nascimento do filho primogênito. Outro grupo, de casais que decidiram não aumentar a família, deu seus pitacos em períodos correspondentes. E a tendência foi clara: os casados e com filhos passaram por uma queda maior na satisfação conjugal do que os que não procriaram. (Super Iteressante)

NE: As dicas não são minhas. Para mim não existe fórmulas mágicas para isso, embora eu tenha um relacionamento feliz de 32 anos, digo apenas que o segredo é amar de verdade. Existindo um amor verdadeiro, a gente vai saber lidar com toda situação que surgir.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Guilherme Arantes - Êxtase

Êxtase

(Guilherme Arantes)

Eu nem sonhava
Te amar desse jeito
Hoje nasceu novo sol
No meu peito...
Quero acordar
Te sentindo ao meu lado
Viver o êxtase de ser amado
Espero que a música
Que eu canto agora
Possa expressar
O meu súbito amor...
Com sua ajuda
Tranqüila e serena
Vou aprendendo
Que amar vale a pena...
Que essa amizade
É tão gratificante
Que esse diálogo
É muito importante...
Espero que a música
Que eu canto agora
Possa expressar
O meu súbito amor...
Eu nem sonhava
Te amar desse jeito...(5x)

NE: Uma das declarações de amor mais bonitas que meu marido ja me fez. Esta é uma das tantas que ele diz que lembra de mim ... sem comentários.