segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

“Tesômetro” criado por cientistas tenta explicar por que as mulheres perdem o interesse no sexo mais rápido que os homens

Os homens mantêm o desejo sexual nas alturas mesmo em relacionamentos duradouros. Já as mulheres vão perdendo o tesão mês a mês. Essa é a conclusão de uma pesquisa publicada esta semana no Journal of Sex & Marital Therapy. Para chegar a esta polêmica afirmação os pesquisadores americanos Sarah Murray e Robin Milhausen criaram um modelo chamado índice de função sexual, uma espécie de tesômetro, e acompanharam casais ao longo de sua vida conjugal.

Boa parte das mulheres relataram perda de desejo ao longo do tempo. Os homens não. Embora controverso, o estudo dá uma explicação evolucionária para a constatação: os homens precisariam manter o desejo sexual em alta para perpetuar a espécie, enquanto as mulheres teriam tarefas mais importantes com o passar dos anos, como se dedicar à prole. Uma rápida passada pelos últimos estudos sobre desejo sexual humano mostra que existem mais dúvidas do que certezas nesse campo. O que se sabe até agora é que os hormônios estão longe de explicar um comportamento permeado por ingredientes sociais. O único consenso é que a diferença entre os níveis de desejo de um casal prejudica o relacionamento e pode levar à infidelidade e a rompimentos, inclusive entre aqueles que dizem se amar.

O que fazer diante da incompatibilidade, uma situação mais rotineira do que se pode imaginar? Segundo os terapeutas, há uma série de maneiras de levantar o ânimo sexual de quem está, digamos, um pouco abatido: investir em uma viagem a dois, inovar nas carícias e, especialmente, conversar a respeito. “Até entre os casais que vivem juntos há muito tempo, o diálogo sobre sexo está longe de ser um hábito”, diz Sarah Murray, uma das autoras do estudo, da Universidade de Guelph, no Canadá. “Desconfio que os homens também perdem um pouco de desejo com o tempo, mas não têm coragem de assumir isso, nem para mim, nem para si mesmo”, diz a pesquisadora. Acho que ela tem razão. 
Luciana Vicária é editora-assistente de ÉPOCA em São Paulo
(http://colunas.revistaepoca.globo.com/mulher7por7)

domingo, 5 de fevereiro de 2012

VALE A PENA VER E OUVIR(inédita)

"O QUE DEUS UNIU O HOMEM NÃO SEPARA"

O divórcio é uma lei humana que tem por objetivo separar legalmente o que, de fato já está separado.  O Divórcio não contraria a lei de  Deus, uma vez que apenas corrige o que os homens fizeram errado e se aplica apenas aos casos em que foi desconsiderada a Lei Divina.
Deus  quis  que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se transmitisse aos filhos, e que fossem dois, ao invés de um, a amá-los, a cuidar deles e faze-los progredir . 
Nas condições normais do casamento, a lei do amor terá que ser sempre levada em conta.
Mas nem sempre é isto que acontece.  Muitas vezes o que se leva em conta não a afeição de dois seres que se atraem mutuamente, eis porque, na maioria das vezes este sentimento é rompido. O que se procura não é a satisfação do coração e sim,  a do orgulho, da vaidade e da ambição; a satisfação dos interesses materiais.
Nem a lei civil nem os compromissos que ela determina, nem as bênçãos da Igreja podem suprir a lei do amor.  Disso resultará que, muitas vezes, o que se uniu à força se separa por si mesmo, e o juramento que se pronuncia aos pés de um altar se  torna uma falsidade, se é dito como uma formula banal e, então, surgem  as uniões infelizes.  Infelicidade dupla, que seria evitada, se nas condições do casamento, não se esquecesse da única Lei que o torna legitimo aos olhos de Deus : A lei do Amor.
Na nossa sociedade, vemos constantemente, jovens que não seguem nenhuma religião No entanto, quando se casam,  recebem às bênçãos da igreja. Muita festa. Igreja toda enfeitada. Brilhos por todo lado. Até o Padre, ou Pastor, faz pose para aparecer na foto. Menos de um ano depois, estão se separando.
Será que foi Deus que uniu este casal???  
Por outro lado, vemos casais que muitas vezes, nem são casados legalmente. Não tiveram às bênçãos da igreja, muitos não tiveram nem mesmo a aprovação das famílias; casamentos que tinha tudo para dar errado, mas nada, ninguém conseguem separa-los. Vivem juntos uma vida toda.  Não serão estes unidos por Deus?
Não é  que o casamento religioso deva ser banido, acho apenas que deveria ser mais criterioso.
Quando Jesus disse: Não separareis o que Deus uniu, isso deve ser entendido  segundo a lei de Deus que não se pode, não se consegue jamais modificar o que foi feito por Deus.
O QUE DEUS UNIU O HOMEM NÃO SEPARA???... OU O QUE FOI UNIDO POR DEUS O HOMEM NÃO PODE, NÃO CONSEGUE SEPARAR???
(http://sebastiaosabino.blogspot.com) 

Pois é. Concordo plenamente com o que está dito neste texto, que numa prova de que nada acontece por acaso, surgiu na tela do meu computador nesta manhã, quando abri o blog Viver... Além da Vida. Meu casamento é uma prova do que está dito no texto.  São 32 anos de convivêncnia e, apesar das inúmeras tentativas de pessoas invejosas para nos separar, estamos cada vez mais unidos por um amor verdadeiro. Estamos cada dia mais apaixonados, vivendo em eterna lua de mel. Hoje faz exatamente um ano que tivemos um grande reforço para esta união que, não tenho dúvidas, é para toda a vida. Porque fomos realmente unidos por Deus. Agradeço de coração as pessoas responsáveis por este reforço. Obrigada Cristóvam por seu amor. Obrigada Senhor, por tanta felicidade!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Felicidade em excesso pode fazer mal

Não há dúvida de que ser feliz é bom, mas em excesso pode ser um veneno. E, quanto mais procuramos a felicidade, menos somos felizes. Conheça o lado B da felicidade.

Ser feliz é uma das maiores preocupações de nossa sociedade hoje. Ela se manifesta na cultura popular, em livros de autoajuda, terapias e palestras de motivação. Não é para menos. Há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas, menos emoções negativas e de estar satisfeito com a vida - os 3 pilares da felicidade. No entanto, essa história também tem dois lados. Se for vivida em excesso, na hora errada e no lugar errado, a felicidade pode levar a resultados indesejados. E, inclusive, não ser saudável.

É o que indicam estudos recentes. Níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não. Crianças altamente alegres estão associadas com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz teria menos probabilidade de discernir as ameaças iminentes. Aqui, na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, fizemos uma pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. E encontramos os maiores níveis de bem-estar naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. Também vimos que níveis moderados (não extremos) de sentimentos positivos estão ligados à redução de sintomas de depressão e ansiedade, além do aumento da satisfação pessoal.

Como você pode perceber, felicidade não é uma só. Ela vem em diferentes sabores.

Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo (excitação x calma) ou do engajamento social (compaixão x orgulho). Certos tipos de felicidade são muito autofocados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. É o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social. O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor, como a mania.

A própria busca por ser feliz também pode ser contraproducente. Muitas vezes, aliás, quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la. A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas e encontros com amigos, acabam sendo decepcionantes. Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.

O que fazer então? É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação em que você deseja (ou é mais relevante para você) ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente é ruim. Ela até nos ajuda a manter os pés no chão.

Tentar maximizar emoções positivas e minimizar as negativas, portanto, nem sempre é uma boa. O equilíbrio é fundamental.

* June Gruber é professora de psicologia na Universidade de Yale, nos EUA.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Aprende a estimar os outros (...) sem exigir-lhes mudanças imediatas

Não temos como sondar o íntimo real de cada pessoa e apenas Deus conhece essa realidade.
Nem nós mesmos nos conhecemos completamente.
Como então julgar e exigir?
Trazemos a infeliz tendência de querer corrigir os outros.
É um equívoco.
Podemos transmitir informações, falar de nossas experiências, aconselhar quando solicitados, mas a única e real maneira de ensinar com qualidade é através do exemplo, no esforço próprio de melhorar a si mesmo.
Essa é a forma didática mais eficaz para tentar ajudar alguém.
É do comportamento saudável e reto no bem que despertamos a atenção, estimulando pessoas a optarem por uma vida mais equilibrada.
No silêncio do exemplo, podemos falar mais do que no barulho de palavras que tentam convencer.
Antes de exigir dos outros, sejamos aqueles que espalham a esperança e harmonia, onde estejamos. Isso significa estimar, valorizar as demais pessoas.
Note-se que o clima de alegria reinante nos encontros de pessoas que se querem bem, que gostam de estar juntas, é resultante dessa aceitação e estima dos outros, sem exigências.
Quando há rigidez e exigências, o ambiente e o relacionamento não fluem, gerando mal estar e constrangimentos.


Orson Peter Carrara
Trecho do Livro: Tensão Emocional

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Pelo menos um copo de leite por dia melhora performance cerebral

RIO - Tomar ao menos um copo de leite todos os dias pode não apenas aumentar a ingestão dos nutrientes chaves mais necessários, mas também impactar positivamente a performance de seu cérebro, de acordo com um recente estudo publicado no "International Dairy Journal". Os pesquisadores descobriram que adultos com consumo maior de leite e produtos derivados dele tiveram uma pontuação significativamente maior em testes de memória e funções cerebrais do que aqueles que beberam pouco ou nenhum leite. Quem consumia a bebida era cinco vezes menos propenso a falhar nos exames, comparado a quem não bebia leite.

Pesquisadores na Universidade de Maine realizaram testes com mais de 900 homens e mulheres com idade entre 23 e 98 anos. Os exames incluíam visão espacial, exercícios de fala e memória. O estudo também acompanhou os hábitos de consumo de leite dos participantes. Nas séries de oito diferentes medidas de performance mental, independentemente da idade e através de todos os testes, os que beberam ao menos um copo de leite por dia tinha vantagem.

As maiores pontuações para todos os oito resultados foram observados naqueles com maior ingestão de leite e produtos lácteos em comparação com os que consumiam pouco leite ou consumiam sem frequência. Os benefícios persistiram mesmo depois do controle de outros fatores que podem afetar a saúde do cérebro, incluindo a saúde cardiovascular, estilo de vida e dieta. Na verdade, quem bebia leite tendia a ter uma dieta mais saudável, mas havia algo no consumo da bebida especificamente que oferecia vantagem na performance do cérebro, de acordo com os pesquisadores.

Além dos diversos benefícios, como o fortalecimento dos ossos e a saúde cardiovascular, o potencial de evitar o declínio mental pode representar um benefício a mais, com grande potencial de impacto sobre o envelhecimento da população. Enquanto mais estudos são necessários, os cientistas sugerem que alguns dos nutrientes do leite podem ter um efeito direto sobre a função do cérebro e que "mudanças de estilo de vida facilmente implementáveis que os indivíduos podem adotar apresenta uma oportunidade de retardar ou prevenir a disfunção neuropsicológica".

Os benefícios para o cérebro são apenas mais uma razão para começar o dia com leite com baixa quantidade ou sem gordura. As Diretrizes Dietéticas para os Americanos de 2010 recomendou três copos de leite com baixa ou sem gordura por dia para adultos.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Dia 30, o dia da saudade.

Quem curte música, sempre tem uma canção (ou mais) que faz lembrar de alguém, de um lugar, de um tempo, de um amor. No dia da saudade, “comemorado” neste dia 30 de janeiro. Vamos deixar aqui uma música que fala do que é sentir saudade e, também, descreve seus efeitos.
A canção “De volta para aconchego” fez um estrondoso sucesso na voz de Elba Ramalho nos anos 80. Uma mala cheia de saudade… Bonito, não?
“Estou de volta pro meu aconchego
Trazendo na mala bastante saudade
Querendo
Um sorriso sincero, um abraço,
Para aliviar meu cansaço
E toda essa minha vontade”

Elba Ramalho e Dominguinhos De Volta Pro Aconchego

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Se você ama, por que não diz?

Hoje estava lendo  um artigo de Bruno Astuto, na revista Época, intitulado "Se você ama, por que não diz?". Dai me lembrei de um artigo que escrevi "O Amor Verdadeiro" e um outro baseado em Arnaldo Jabor "Fome de Amor". Ambos falam da vergonha que as pessoas têm de demonstrar seus sentimentos, de parecerem ridículas se mostrarem que são  românticas. Se disserem eu te amo quer seja para o companheiro (a) ou para os pais, filhos, irmãos, amigos. Muitas pessoas agem dessa forma devido a educação que tiveram, o meio em que vivem.  

Bruno Astuto conta que tem uma amiga que se orgulhava de, em 23 anos de casamento, nunca ter dito “eu te amo” para o marido. Batia no peito como uma vencedora, como o lado vitorioso de um eterno jogo de sedução, em que apenas uma parte cede, e outra capitula. Sua estratégia, garante, deixou-o sempre apaixonado, “no cabresto”. - No fim do ano passado o marido teve um ataque cardíaco fulminante e não resistiu. A mulher não teve tempo de se despedir, nem mesmo de tentar salvá-lo. O golpe lhe foi fatal; ela o adorava, mas não a ponto de lhe contar que o amava.

Bruno Astuto conta que pediu à viúva que o deixasse publicar seu relato. Ela concordou, porque achava importante dividir com as pessoas a maior dúvida que lhe restou dessa terrível experiência: será que é realmente necessário economizar belas palavras? Por que temos vergonha de dizer que amamos alguém? Ele relata a experiência da mulher, que esta arrependida de nunca ter dito ao marido o quanto o amava. Existe muitas destas viúvas nos dias de hoje.

Eu pergunto: há algum problema em nos mostrarmos frágeis de vez em quando? Estou com o Bruno Astuto quando diz que "num mundo sem toques, olhares e os sons das vozes, de carinhos vazios de Twitter e Face book, o grande desafio do ser humano é ir além do “cutuco” das redes sociais. Sair do seu casulo, enfrentar o trânsito, procurar a pessoa e dizer, sem medo, o que sente. Essa geração que começou quando a AIDS, aprendeu que é preciso se distanciar para não se envolver. Para ela, o futuro dos Jetsons chegou de fato — não em termos dos carros voadores, mas dos capacetes invisíveis que protegem do contato físico e mantêm as emoções enclausuradas numa sinistra assepsia".

É por isso que eu não me importo com os olhares atravessados ou algumas piadinhas quando eu e meu marido andamos nas ruas de mãos dadas, trocamos beijos e abraços em locais públicos, dizemos eu te amo a qualquer hora ou em qualquer lugar, quando sentimos vontade. Já ouvi pessoas dizerem: Não são casados, por que ficam se beijando no bar? É ridículo um casal com uma convivência de 32 anos andar de mãos dadas, dizer eu te amo e trocar um beijo em público. Bonito mesmo são adolescentes e jovens que se encontram a primeira vez e se pegam em qualquer lugar e partem rapidinho para os "finalmentes", para em seguida se separarem e dizerem "só ficamos".

Ridículo mesmo é ter vergonha de demonstrar os sentimentos uns para os outros. Ou viver de aparências. Quando flui naturalmente, quando ha um sentimento verdadeiro, não tem que ter lugar nem hora para mostrar, não para os outros, mas, para nós mesmos, para reafirmarmos estes sentimentos. É maravilhoso sermos ridículos porque cantamos, dançamos, tomamos banho de chuva, rimos das piadas ou estórias que já ouvimos o companheiro contar centenas de vezes. Porque demonstramos e falamos o que sentimos.
Como dizia Cazuza, é preciso dizer que te amo, antes que seja tarde demais.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Escolha a sua desculpa para não ser feliz

Estamos no "supermercado das lamentações" e aqui você encontra prateleiras recheadas de ofertas, desculpas e mais desculpas como as mais vendidas:

-"Sou infeliz porque meu marido não gosta mais de mim"

- “Não dá para ser feliz com este chefe que eu tenho”

- "Depois que arrumou uma namorada, meu filho não me ama mais como antigamente"

- "Acho que meu namorado não gosta mais de mim, já não me trata como antes..."

Em super oferta, em até 10 x no cartão, a campeã de vendas:


-"Meus pais não me entendem, por isso sofro demais"

Mas, tem mais, aproveite o "bacião de ofertas":

-"Não consigo firmar nenhum relacionamento, o problema deve ser comigo"

-"Minha saúde vive debilitada desde que me separei"

Quer levar alguma desculpa em oferta?
Ou quem sabe quer aproveitar e descobrir o óbvio:

Sua felicidade está nas suas mãos.

Ninguém pode decidir por você, por isso o médico pergunta para você onde dói, ao invés de tentar descobrir por adivinhações.

Vai, crie coragem e assuma as suas deficiências pare de jogar a culpa das suas frustrações nos outros. Procure dentro de você a libertação das possibilidades que habitam em você e acabe descobrindo essa verdade:

-Todo mundo tem um dom, um talento!

Então, é só aplicar-se naquilo que você tem de melhor.

Não precisa inventar nada, nem fantasiar, nem querer ser o que você não é.

Faça direitinho o básico, e alimente-se dos bons pensamentos, das boas energias, espelhe-se nas pessoas de sucesso, mas não se compare, você é único, e isso é muito bom, pois o mundo precisa de pessoas como você, que sabem fazer o que você faz, mesmo que você não acredite que fazer crochê vale a pena, varrer rua bem varrida é uma maravilha, aquele bolo de fubá que só você faz, aquela planilha no Excel que você simplificou, aquela cirurgia que você reinventou, e qualquer coisa que você faça com amor.


Por falar em amor, quanto você se ama?

Se você ainda está procurando culpados pelo seu fracasso, pela sua infelicidade, pode apostar que você não se ama o suficiente, pois aquele que descobre o amor próprio consegue amar o próximo, o distante, o longínquo e qualquer outra pessoa.

Chega de desculpas, a vida pede uma atitude, não uma desculpa.

Ame-se, encontre-se e seja feliz!



Paulo Roberto Gaefke

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