quarta-feira, 4 de julho de 2012

Silêncio Interior


Há muito ruído, muita perturbação no mundo.
Na confusão estabelecida, as criaturas se agitam, se agridem, se desgastam.
Degeneram os ideais superiores, por falta de suportes morais; desencantam-se os lidadores entusiastas, por lhes faltarem cooperação; desistem ativistas das boas obras, por fenecerem as forças desgovernadas pelos choques enfrentados.
Como efeito, o desequilíbrio arma os corações de suspeita e medo, produzindo uma legião de infelizes.
A onda cresce e a bulha aumenta.
As harmonias cedem lugar aos sons de altos decibéis e as mentes em descompasso adotam ritmos alucinados.
Muita falta faz o silêncio no mundo.
Silêncio em derredor; silêncio interior.
Silêncio que propicie calma; silêncio que faculte reflexão.
O silêncio é fundamental para o equilíbrio fisiopsíquico do homem.
Atua como terapia refazente; é estimulo à renovação.
Fala-se muito, demasiadamente, sem necessidade. E os temas são frívolos, queixosos, lamentáveis.
Mediante o falatório desenfreado, eliminam-se toxinas que são reabsorvidas e produzem envenenamento geral.
Os comentários pessimistas, dissolventes, aleivosos, apenas deslustram, desarticulam, enfermam.
Necessário fazer silêncio para pensar, para agir.
Sem reflexão anterior, a ação torna-se precipitada, resultado de impulso incontrolado, normalmente malsucedida.
O silêncio contribui para a harmonia geral.
É também uma forma de respeito ao direito do outro.
Silêncio não significa falta de conversação, na acepção que desejamos dar. É ausência de gritaria, não de diálogoo fraterno e iluminativo.
Nasce na paz interna e externa-se como cooperação em favor das demais pessoas.
Para ser eficiente no exterior, é preciso que seja habitual no mundo íntimo do homem.
Acostuma-te a fazer silêncio mental, harmonizando-te interiormente, cultivando idéias saudáveis que resultem em construções felizes.
Concentra-te em pensamentos bons e edificantes, de modo a fixares as idéias melhores. Habituado a tal conduta, evoluirás da concentração à meditação e desta à paz real.
Quietação nem sempre é silêncio.
Há a quietude pantanosa, que guarda miasmas e morte para os incautos que se iludem com a sua aparência.
Mantém a serenidade como resultado do hábito de silenciar a futilidade e as reações negativas, e como reflexo da conquista do teu autoconhecimento.
Jesus, em silêncios homéricos, ensinou, falando o suficiente para a felicidade do homem, demonstrando, sem palavras, a própria grandeza, enquanto outros, atribulados, por muito se permitirem os excessos da palavra, vieram a perder-se.


Joanna de Ângelis  &  Divaldo Franco
Livro: Momentos de Esperança

terça-feira, 3 de julho de 2012

Dar e Deixar


Quando Cirilo Fragoso  bateu às portas da  Esfera Superior e foi atendido por um Anjo que velava, solícito, com surpresa verificou que o seu nome não constava  entre os esperados do dia.
–Fiz muita  Caridade –  alegou, irritadiço –,  Doei quanto pude.
Protegi os  Pobres e os Doentes,  Amparei as Viúvas  e os Órfãos.
Quanto fiz lhes pertence.
Oh! Deus, onde  a  esperança dos que se entregaram às Promessas do Cristo?
Fragoso traduzia o próprio pesar com a boca, no entanto, a Consciência, como que     instalada  agora em seus ouvidos, instava com ele a recordar.
Inegavelmente, amontoara vultosos bens.
Atingira grande êxito nos negócios.
Não conseguira visitar pessoalmente  os necessitados, porque o tempo não  lhe chegava cada dia, na laboriosa tarefa de preservação da própria fortuna, jamais obtivera folgas para ouvir  um necessitado, nunca  pudera dispensar um minuto  às  mulheres  infelizes  que lhe recorriam à casa, entretanto, prevendo a morte  que se avizinhava, inflexível,  organizara generoso testamento.
E  assim, agindo à pressa, não e esquecera  das instituições piedosas das quais possuía vago conhecimento,  inclusive  as  que ele pretendia  criar.
Por isso, em quatro  dias  doou as todas com expressivos recursos, encomendando-se-lhes  às  preces.
Não se desfizera,  pois, de tudo, para exercer  o auxilio ao próximo?
Não  teria  sido, porém, mais aconselhável praticar a beneficência,  antes da    atribulada viagem para o túmulo?
Notando que o Coração e a  Consciência  duelavam dentro dele, rogou  à entidade angélica  tornasse em consideração  a  legitimidade das suas demonstrações de virtude, reafirmando que a caridade por ele  efetuada deveria ser passaporte justo ao acesso ao paraíso.
O Benfeitor Espiritual  declarou respeitar-lhe  o argumento, informando, porém, que só mediante provas tangíveis  advogar-lhe-ia  a  causa, junto aos  poderes celestes.
Trouxesse Fragoso a documentação  positiva daquilo que verbalmente apontava e defender-lhe-ia  a  entrada no paço da eterna luz.
Cirilo deu-se pressa em voltar à terra e, aflito, extraiu as notas mais importantes, com referência aos legados  que fizera  às  associações pias,presentes e futuras, nas derradeiras horas do corpo, e retornou  à presença do     amigo espiritual, diante de quem  leu em voz  firme  e confiante:
Para os Velhinhos de diversos  refúgios, deixei quatrocentos  mil cruzeiros.
Para os  Doentes de várias agremiações, deixei oitocentos mil cruzeiros.
Para a instalação de um Hospital  de câncer, deixei seiscentos  mil cruzeiros.
Para a fundação do instituto São Damião, em favor dos leprosos, deixei trezentos  mil cruzeiros.
Para  a assistência à Infância desvalida,  deixei quinhentos mil cruzeiros.
Para meus empregados, deixei quatro casas e  seis lotes de terras, no valor e um milhão e duzentos mil cruzeiros.
Terminada a leitura, reparou que o anjo não se mostrava satisfeito.
Em razão disso, perguntou, ansioso:
Não terei cumprido,  assim, os preceitos de Jesus?
O interpelado, porém, aclarou, triste:
Fragoso,  é  preciso pensar.
Segundo o Evangelho, Bem-Aventurado  é aquele que dá com alegria.
Mas, realmente, você não deu.
Suas anotações não deixam margem a qualquer dúvida.
Você simplesmente deixou.
Deixou, porque não podia trazer.
E porque Cirilo entrasse em aflitiva expectação,  Anjo rematou:
Infelizmente,  seu  lugar, por enquanto, ainda não é aqui.
De conformidade com  os ensinamentos do Mestre Divino, onde situamos o  tesouro da nossa vida aí guardaremos a própria alma.
Seu testamento não exprime Libertação.
Quem  dá, Serve e Passa.
Quem  Deixa, Larga provisoriamente.
Você  ainda não se exonerou das responsabilidades para com o dinheiro.
Volte  a mundo e ampare aqueles a quem você confiou os bens que lhe foram emprestados pela Providência Divina e, ajudando-os a usá-los na Caridade  Verdadeira, você conhecerá, com experiência própria, o desprendimento da  posse.
A  morte obrigou-o a deixar.
Agora, meu amigo, cabe-lhe  exercitar a ciência de Dar com Alma  e Coração.
Foi assim que Cirilo Fragoso, embora acabrunhado, regressou à esfera dos homens, em espírito, para Aprender a Beneficência com  Alicerces na Renúncia.

http://blog.forumespirita.net

domingo, 1 de julho de 2012

MISS IMPERFEITA

 'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado,  decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
     E, entre uma coisa e outra, leio livros.
     Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
     Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
     Primeiro: a dizer NÃO.
     Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
     Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
     Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros..
     Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
       Você é, humildemente, uma mulher.
     E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
     Tempo para fazer nada.
     Tempo para fazer tudo.
     Tempo para dançar sozinha na sala.
     Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
     Tempo para sumir dois dias com seu amor.
     Três dias..
     Cinco dias!
     Tempo para uma massagem.
     Tempo para ver a novela.
     Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
     Tempo para fazer um trabalho voluntário.
     Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
     Tempo para conhecer outras pessoas.
     Voltar a estudar.
     Para engravidar.
     Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
     Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
     Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
     Existir, a que será que se destina?
     Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
     A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
     Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
     Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
     Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
     Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
     Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
     Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
     E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'

     Martha Medeiros - Jornalista e escritora

O mundo está mudando


Você já se deu conta de como o mundo está mudando? E não é para pior, de forma alguma. Embora as manchetes, todos os dias, nos cientifiquem da violência, da desonestidade de muitos, o mundo está caminhando para melhores dias. Basta se atente para notícias não tão retumbantes mas que se encontram em jornais, revistas, na internet.

Como asseverou Jesus: Buscai e achareis. Quem, portanto, deseja saber o todo que ocorre nesta aldeia global, procura e encontra verdadeiras pérolas.

Por exemplo, a informação de quem ganhou o Prêmio Nobel da Paz, no ano de 2011. Nada menos de três mulheres. E não é o fato de serem mulheres que torna a nota importante. Mas o que elas promovem, realizam em seus países e no mundo.

Ellen Johnson Sirleaf, presidente liberiana, primeira da África, eleita em 2005. Tawakkul Karman, ativista iemenita e Leymah Gbowee, assistente social da Libéria. Leymah, em nome da paz, combate a desumana situação das mulheres no seu país, no Oriente Médio ou onde quer que a opressão as violente.

Mãe de seis filhos, essa mulher corajosa iniciou um movimento de mulheres para exigir a paz na Libéria. Viajou de aldeia em aldeia, organizando as mulheres.

 Contra todas as expectativas, convenceu cristãs e muçulmanas a se unir. Seu discurso era:
Aqui, no movimento, não somos advogadas, ativistas nem esposas. Não somos cristãs nem muçulmanas, não somos dessa ou daquela tribo. Não somos nem nativas nem da elite. Somos apenas mulheres.
Levar as mulheres a lutar pela paz era o que ela desejava fazer na vida.

Quando as mulheres lhe perguntavam: Por que devemos fazer alguma coisa? - ela rebatia: Porque é da sua conta! Porque são vocês que têm sido violentadas pelos combatentes. Foi o seu marido que morreu. É o seu filho que está sendo alistado à força no exército. Luta árdua, difícil.
Foi o grupo de Leymah que apressou a renúncia do presidente Charles Taylor em 2003 e o fim da guerra civil em seu país.
De onde tira a sua coragem? Da fé, diz ela. Tudo o que sou, tudo que aspiro ser, tudo o que fui, foi pela graça de Deus.
E assevera: Sempre há algo que uma pessoa sozinha pode fazer. Deus nos criou a todos com alguma contribuição inigualável a dar. Alguns são chamados para ser o vizinho que vai juntar as crianças para cantar ou escutar. Outros, para ser grandes oradores.

Quero acabar com o mito de que somos vítimas o tempo todo. Somos mulheres fortes que passamos pelo inferno e ainda conseguimos nos manter de pé. Onde quer que estejamos, podemos nos levantar. Nada pode nos impedir de sermos o que quisermos.

Hoje, Leymah viaja pelo mundo como diretora-executiva da rede de mulheres pela paz e pela segurança na África, defendendo mulheres e meninas e tem assento junto a autoridades, que a ouvem.
Bem afirmaram os Espíritos Celestes, em O Livro dos Espíritos que, quando os bons o quiserem, eles predominarão sobre a Terra.
Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita, com base em dados colhidos na entrevista Ela sonhou com a paz, de Dawn Raffel, de Seleções Reader´s Digest, de novembro de 2011 e no item 932 de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

sábado, 23 de junho de 2012

O escolhido

          Desde a infância, enquanto a maioria das crianças esperavam impacientemente pelo mês de dezembro para comemorar o Natal,  eu ficava ansiosa pela chegada do mês de junho. Férias escolares, fartura na roça. E os festejos juninos sempre foram os que eu mais apreciei. Forró, quadrilhas, fogueiras, fogos, sempre me alegraram mais. Pensando nestas coisas, resolvi pesquisar um pouquinho sobre este mês e encontrei o seguinte:
         Junho é o sexto mês do calendário gregoriano. O seu nome é derivado da deusa romana Juno, rainha do céu,  mulher do deus Júpiter, senhor do universo. Em 21 de junho ou próximo a esse dia, o Sol atinge o ponto mais ao norte em sua trajetória pelo céu; é o solstício de junho, começo do verão no Hemisfério Norte e do inverno no Hemisfério Sul. O inverno é sempre muito esperado por nós sertanejos, época de fartura. Um clima gostoso, especialmente para os casais enamorados. Não foi a toa que escolheram em junho o dia dos namorados. Embora se diga que a escolha foi por ser véspera do dia de Santo Antônio, tido como santo casamenteiro.

         E, como não acredito em coincidências e que nada acontece por acaso, foi justamente neste mês, no dia 20, há 32 anos, que eu e meu marido, decidimos, como diz a música de Luiz Gonzaga, "ajuntar os troços". A partir de então, assim como na música, "o que é meu, o que é teu /é só nosso". Até mesmo os problemas nunca foram apenas meu ou seu, e juntos, sempre encontramos uma saída. Estamos certos de que a nossa missão aqui é juntos, unidos, feitos um só... 
         Tenho a convicção de que ninguém chega até nós por simples coincidência. E ninguém permanece em nossa vida por um simples acaso. Pessoas nos encontram ou nós as encontramos sem querer, não há programação de quando as encontraremos. Assim, pensamos que existe um destino em que cada um encontra aquilo que é importante para si. As pessoas que entram em nossa vida, sempre entram por alguma razão, com algum propósito. Ainda que a pessoa que entrou em nossa vida, aparentemente, não nos ofereça nada, ela não entrou por acaso, não está passando por nós apenas por passar. O universo inteiro conspira para que as pessoas se encontrem e resgatem algo umas com as outras. Essas pessoas entram em nossa vida, muitas vezes de maneira tão estranha, que nos intrigam. Mas, cada uma delas é especial, mesmo que o momento seja breve, mesmo que nos cause dor, mágoa, com certeza elas nos deixarão alguma coisa para nosso aprendizado e crescimento. Nos darão uma chance para resgatarmos alguma dívida do passado ou adquirirmos créditos para o futuro. 

         Nestes 32 anos de convivência, nos quais tivemos muito mais momentos felizes do que infelizes, aprendi que a felicidade na nossa vida depende de nós e não de circunstâncias externas, e que lidar com a vida poderá ser mais leve se relevarmos muitas coisas.

         Conviver é também sinônimo de sabedoria, de treino de amor que oferecemos ao outro e a nós mesmos. Porque não há como amar alguém sem se aperceber de oferecer primeiro amor a nós mesmos, e que se agirmos assim com mais autoestima, com certeza, não nos magoaremos com tanta facilidade. Mas, se no caminho da vida surgirem as inevitáveis frustrações, não podemos esquecer que esta existência é um exercício para o nosso espírito que é eterno e muito maior que os nossos altos e baixos.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Felicidade e Merecimento


 
“(…) e o que semeia em abundância, em abundância também ceifará” – II Corintios, 9:6 

Anote alguns caminhos para construir tua felicidade:
A superação das culpas.
O perdão incondicional.
O desapego de bens e afetos.
A consciência tranquila.
Amar o trabalho.
Descansar somente o necessário.
Interessar pelo esclarecimento.
 Aprender a gostar de si.
Erguer a caridade em teus passos.
O bem do próximo.
O conhecimento de si.
A fé no futuro.
A paciência com o progresso pessoal.
A instrução libertadora.
O gesto incomum pelo bem de alguém.
O esquecimento das quedas A vitória sobre os impulsos.
A tolerância incondicional com todos.
A fraternidade nas relações.
O dever bem cumprido.
A ausência do desânimo.
O otimismo incansável.
Como vemos, felicidade não é acontecimento de sorte ou escolha do destino. É uma conquista do esforço permanente pela melhoria de si mesmo perante o próximo, a vida e Deus. Felicidade é a soma do bem que semeamos, portanto, uma questão de merecimento.


Ermance Dufaux Mensagem psicografada pelo médium Wanderley Soares de Oliveira

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Taiguara - Universo no teu corpo

Universo no teu corpo

Música de Taiguara, umas das tantas que marcam minha união de 32 anos.


Eu desistoNão existe essa manhã que eu perseguia
E uma gente que não viva só pra si
Gente amarga mergulhada no passado
Procurando repartir seu mundo errado
Nessa vida sem amor que eu aprendi
Somos cegos e cativos
No deserto do universo sem amor
De você como eu preciso
Não me deixe um só minuto sem amor
Meu pedaço de universo é no teu corpo
Eu te abraço corpo imerso no teu corpo
E em teus braços se unem em versos à canção
Que estou morto pra esse triste mundo antigo
Que meu porto, meu destino, meu abrigo
São teu corpo amante amigo em minhas mãos
São teu corpo amante amigo em minhas mãos
Meu pedaço de universo é no teu corpo
Eu te abraço corpo imerso no teu corpo
E em teus braços se unem em versos a canção
Que estou morto pra esse triste mundo antigo
Que meu porto, meu destino, meu abrigo
São teu corpo amante amigo em minhas mãos
São teu corpo amante amigo em minhas mãos
São teu corpo amante amigo em minhas mãos.
Um lugar que me dê trégua ou me sorria
Só encontro
Por uns velhos vãos motivos
E é por isso que eu preciso
Vem comigo
Em que eu digo
São teu corpo amante amigo em minhas mãos
Vem, vem comigo
Em que eu digo

Milton Nascimento - Paula e Bebeto