terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Oração pela união da família

Senhor Deus ajuda-me a ser um instrumento de bondade e amor-Ágape em minha família.
Ajuda-me a ser paciente e misericordioso com aqueles que o Senhor me confiou.
Ajuda-me a protegê-los como o Senhor nos protege das adversidades e dores.
Ajuda-me para que eles vejam em mim a Tua bondade e o Teu amor-Ágape através de meus atos.
Não deixe Senhor Jesus que eu não reflita em minha família a misericórdia, e o amor que desejas que eu reflita.
Corrije meus atos que não Te agradam, conduz-me a paz e descanso que é ao Teu lado.
Conduz-me em caminhos retos e perfeitos, para que eu seja um exemplo a ser seguido, e não esquecido.
Senhor fazei com que o Amor-Ágape que há em Ti preencha o coração de minha família, fortalecendo-nos com um só desejo, de estarmos próximos e felizes convivendo diariamente com nossos desafios a serem vencidos e juntos buscarmos um só propósito, o amor incondicional.
SEJA O SENHOR JESUS AQUELE QUE NOS ABENÇOA. AMÉM!!

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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Então É Natal

Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, do amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Então é Natal, pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre, num só coração
Então bom Natal, pro branco e pro negro
Amarelo e vermelho, pra paz afinal
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Então é Natal, o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, o amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Harehama, há quem ama
Harehama, ha...
Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Hiroshima, Nagasaki, Mururoa, ha...

Simone

Então é Natal de novo!



            24 de dezembro, véspera de Natal. A maioria das pessoas já fez suas compras e é o momento de preparar a ceia. Logo mais a noite as famílias se reúnem para trocar presentes e se fartarem de bebida e comida. Mas quantos de nós pararão no dia 25 para agradecer o ano que tiveram, ou simplesmente entender os maus momentos? Quantos pensarão no sentido verdadeiro da data? Ela existe para que lembremos do nascimento de Cristo.
            O vocábulo natal entrou na língua portuguesa através do latino "natales, natalium", que significa "nascimento, origem, raça"; isto quer dizer que temos todos o nosso natal particular, mas dezembro é o momento em que nos afastamos das nossas preocupações profissionais a fim de nos aproximarmos daqueles que nos são caros, daí dizermos que o natal é uma festa familiar.
            Não há, nos textos sagrados, uma data que precise o nascimento de Jesus; o que se sabe através dos textos bíblicos é que sua chegada deu-se durante o reinado de Herodes : "Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia no tempo de Herodes..." (Mateus 1,2). Uma vez que os antigos calendários romanos não eram precisos e variavam de acordo com o gosto do imperador, não há registro de datas confiáveis a respeito de nascimentos ou falecimentos.
            Se não é possível determinar uma data para o nascimento de Cristo, de onde vem então essa tradição? A data foi escolhida pelo Papa Júlio I no ano 350, em uma tentativa de conter a tradição pagã de culto ao sol, que vinha desde os celtas, que comemoravam o solstício de inverno nesta data, com um grande banquete. O Imperador Aureliano havia também proclamado o dia 25 de dezembro como dia de adoração ao grande Sol Inquestionável, por essa razão o Papa determinou em 350 que o nascimento de Cristo Salvador fosse comemorado na mesma data. Era, então, uma tentativa de conter o paganismo.
            O Natal é um período de 12 dias, logo após o Advento, que começa no dia 25 de dezembro (não termina!) e se estende até a Epifania, a 6 de janeiro. A festa do Natal e os 11 dias que se seguem, celebram o nascimento de Jesus, a vinda do Messias prometido, que mostra em forma humana, o amor de Deus por toda a humanidade.
            No Ano Novo romano, comemorado em 1º de janeiro, havia o hábito de enfeitar as casas com folhagens e dar presentes às crianças e aos pobres. Acrescentaram-se a esses costumes os ritos natalinos germânicos e célticos, quando as tribos teutônicas penetraram na Gália, na Grã-Bretanha e na Europa central. A acha de lenha, o bolo de Natal, as folhagens, o pinheiro, os presentes e as saudações comemoram diferentes aspectos dessa festividade. Os fogos e luzes são símbolos de ternura e vida longa.
            O costume dos pinheiros natalinos, a árvore de Natal, difundiu-se durante o século XIX. Mas desde o século XIII, são Francisco de Assis já iniciara o costume, seguido nos países latinos, de representar o nascimento com figuras em torno do presépio de Belém. Outras tradições natalinas são o Papai Noel e a ceia de Natal. No Brasil, o Natal é a celebração cristã mais profundamente enraizada no sentimento nacional, com rico material poético e folclórico. Mesmo as pessoas que não são cristãs celebram o Natal.
            Como já disse aqui antes, ha algum tempo eu perdi o entusiasmo por este Natal da maioria das pessoas, onde o aniversariante sequer é lembrado. Porém, não poderia deixar de demonstrar meu sentimento neste momento que é o de desejar muita Paz, Harmonia, Luz, Sabedoria e, principalmente, muito amor. Vamos aproveitar o espírito natalino e perdoar primeiramente a nós mesmos por tudo aquilo que fizemos ou deixamos de fazer por nossos irmãos. Fazer uma faxina na alma e no coração e plantar novas sementes, cultivar sentimentos mais nobres na intenção de caminhar rumo à qualidade de vida, em harmonia, em solidariedade, em paz!   




sábado, 22 de dezembro de 2012

O HOMEM (HD) legendado - Roberto Carlos / Erasmo Carlos.avi

O amor...



Vida
É o amor existencial.
Razão
É o amor que pondera.
Estudo
É o amor que analisa.
Ciência
É o amor que investiga.
Filosofia
É o amor que pensa.
Religião
É o amor que busca a Deus.
Verdade
É o amor que eterniza.
Ideal É o amor que se eleva.
Fé
É o amor que transcende.
Esperança o amor que sonha.
Caridade
É o amor que auxilia.
Fraternidade
É o amor que se expande.
Sacrifício
É o amor que se esforça.
Renúncia
É o amor que depura.
Simpatia
É o amor que sorri.
Trabalho
É o amor que constrói.
Indiferença
É o amor que se esconde.
Desespero
É o amor que se desgoverna.
Paixão
É o amor que se desequilibra.
Ciúme
É o amor que se desvaira.
Orgulho
É o amor que enlouquece.
Sensualismo
É o amor que se envenena.
Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.

Emmanuel

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Resort Costa dos Coqueiros - Imbassaí - Bahia - Brasil



Este é um grande espetáculo da natureza, confiram.



“O Verdadeiro sentido do Natal não está no velhinho do Polo Norte, está no menino da Galileia”. 


         Assim, desejamos que o amor, o perdão, a alegria, a paz, a bondade, a mansidão, a tolerância, a compaixão, a caridade e o domínio-próprio sejam constantes em nosso viver diário!

     Que a intimidade com Deus, a unção, a autoridade e o poder divino sejam desenvolvidos em nossa vida diariamente até chegarmos à estatura de Cristo!

         Que tenhamos um ano não apenas novo mas, renovado. Com novas atitudes em relação a nós mesmos e ao próximo, seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo em todos os dias de nossas vidas. Acolhendo os mais necessitados e amando o próximo como a nós mesmos.

         Boas Festas e um 2013  realmente novo!
Cristóvam Aguiar/Maura Sérgia

Já que o mundo não acabou, que tal mudar algumas atitudes?

Conforme afirmei aqui e em muitos outros lugares, o mundo não acabou. Então está na hora de acabar com a paranóia e refletir sobre a renovação do nosso comportamento social, começando por uma mudança de atitudes em relação a nós mesmos e aos nossos semelhantes. Entenda-se por semelhantes todos os seres humanos, sem discriminações.
Uma pesquisa divulgada recentemente mostrou que 93% dos brasileiros acreditam que dinheiro compra felicidade. A relação direta entre dinheiro e felicidade aponta que a comparação com o vizinho é determinante nesse comportamento. Ou seja: o dinheiro só traz felicidade se a pessoa ganhar mais do que o vizinho ou colega de trabalho.
Não necessitamos de estudos ou pesquisas para perceber essa realidade que está cada vez mais presente no nosso cotidiano. Começou com o fomento das lutas entre as classes onde os ricos começaram a ser vistos como monstros. Aquele trabalhador que via alguém passar num carro bonito, e dizia: “Vou trabalhar muito para um dia poder ter um carro assim”; passou a dizer: “Aquele canalha deve ter roubado muito para ter um carro assim”.
O que foi que fizemos a nós mesmos? Quando foi que passamos a ter inveja, e não alegria com o sucesso do nosso semelhante? Quando foi que a desgraça alheia passou a nos alegrar? Nestes últimos meses eu percebi em algumas pessoas até um desejo mórbido de que o mundo se acabasse mesmo, porque não suportavam mais ver tanta gente rica e famosa enquanto elas permaneciam no anonimato.
Recentemente um médium espírita me disse que havia um espírito alardeando que havia, por vingança, me tirado um olho. E eu lhe disse: Pobre coitado. Tudo que nos acontece é resultado das nossas próprias ações, e não pela ação dos outros, nem mesmo pela ação de um espírito vingativo. Ele faria mais negócio se procurasse a luz de Jesus em vez de se preocupar comigo. Perdi um olho e tenho outro. Posso perdê-lo também, e ainda assim haverá pessoas que me amam e olharão por mim, porque fiz por merecer ser amado assim como fiz por merecer perder um olho.
A felicidade e a tristeza devem ser compartilhadas por todos. Os cruéis, mentirosos, enganadores, violentos, vingativos, serão julgados e castigados de acordo com as leis universais. Não é tarefa que nos cabe julgá-los, condená-los e puni-los. Está na Bíblia que o Senhor disse: “Minha será a vingança”! E Jesus nos deixou um único mandamento: “Amai-vos uns aos outros”.
Comecemos então esta nova era pós fim do mundo, renovando nossas atitudes. Vamos ser felizes com o que temos, pois é o que fizemos por merecer. Isso não se pode mudar. Mas podemos merecer ser mais felizes, compartilhando da felicidade dos nossos semelhantes.
Feliz Natal e um 2013 cheio de novas e boas atitudes!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Razão e Compreensão



O relacionamento com aqueles com quem convivemos e nos encontramos é sempre um desafio de alto significado.
O universo que cada um traz consigo, seu mundo particular, suas conquistas e dificuldades são expostas, gerando, não poucas vezes, conflitos nas relações humanas.
Naturalmente que, quanto mais próximas e frequentes forem essas relações, mais elas exigem de nós.
Assim é que na vida em família, onde o verniz social e as aparências superficiais não se sustentam, os conflitos se mostram às vezes intensos.
Porém, não por acaso, a Providência Divina escolhe, define e, algumas vezes mesmo nos consulta, para estabelecer com quem e entre quem estaremos iniciando uma nova jornada.
Será no meio familiar que enfrentaremos os maiores desafios de relacionamento, e será ali, inúmeras vezes, que teremos as mais significativas lições para a vida.
Além do próprio lar, encontraremos outras oportunidades de aprendizado. Será o vizinho um tanto excêntrico, o chefe pouco tolerante, o colega de trabalho mal-humorado.
Porém, não podemos nos esquecer que será a vida de relação que nos possibilitará o exercício da compreensão, da tolerância, do amor ao próximo.
Ao entendermos cada ser humano como uma alma em evolução, que renasceu, como nós, mais uma vez, com bons desafios para enfrentar, veremos que somos todos mais parecidos do que podemos imaginar.
É claro que cada um traz suas peculiaridades, suas manias, suas falhas. Mas, em essência, somos todos almas buscando a perfeição.
Assim, quando alguma dificuldade acontece, no relacionamento com alguém, talvez seja melhor não buscar o enfrentamento.
Muitas vezes enfrentamos ao outro, discutimos, brigamos, gerando tensão e nervosismo, para deixar claro que estamos com a razão, que merecemos um pedido de desculpas.
E para isso, pagamos o preço de perdas de amizade, dificuldades no emprego, tensões familiares complexas.
Talvez, em nossas dificuldades de relacionamento, devêssemos nos perguntar quem está com a caridade, quem está com a compreensão, quem está com a humildade, e não quem está com a razão.
Afinal, a vida em sociedade, inevitável para nosso progresso, é a oportunidade de desenvolver valores morais de que ainda não dispomos.
Assim, o intolerante será nosso professor de paciência, o arrogante nos ensinará a humildade e o extravagante nos oportunizará o desenvolvimento da compreensão.
Todos aqueles que cruzam nossos caminhos nos trazem lições, de uma ou de outra maneira. Alguns pelo exemplo que oferecem, outros por aquilo que nos exigem para a convivência.
Nesse sentido, Jesus, o pedagogo por excelência, nos convida a, se alguém nos chamar para caminharmos mil passos, oferecermo-nos para andar dois mil. E, se alguém nos pedir a capa, oferecermos a túnica também.
Nessas aparentes perdas que imaginamos ter, aos olhos do mundo, estaremos ganhando, nas questões da alma, os verdadeiros e mais importantes valores que podemos amealhar para nós mesmos.


Redação do Momento Espírita.