terça-feira, 14 de maio de 2013

APRENDA MEU FILHO



1 – O maior e melhor amigo: “Deus”.

2 – Os melhores companheiros: “Os Pais”.

3 – A melhor casa: “O Lar”.

4 – A maior felicidade: “A Boa Consciência”.

5 – O mais belo dia: “Hoje”.

6 – O melhor tempo: “Agora”.

7 – A melhor regra para vencer: “A Disciplina”.

8 – O melhor negócio: “O Trabalho”.

9 – O melhor divertimento: “O Estudo”.

10 - A coleção mais rica: “A Das Boas Ações”.

11 – A estrada mais fácil para ser feliz: “O Caminho Reto”.

12 – A maior alegria: “Dever Cumprido”.

13 – A maior força: “O Bem”.

14 – A melhor atitude: “A Cortesia”.

15 – O maior heroísmo: “A Coragem De Ser Bom”.

16 – A maior falta: “A Mentira”.

17 – A pior pobreza: “A Preguiça”.

18 – O pior fracasso: “O Desânimo”.

19 – O maior inimigo: “O Mal”.

20 – O melhor dos esportes: “A Prática Do Bem”.


Leia esta lista de informações, sempre que você puder, e veja por si como vai indo a sua orientação.

E se quer mais um aviso de amigo velho, cada noite acrescente esta pergunta a você mesmo, depois de sua oração para o repouso:

- “Que fiz hoje de bom que somente um amigo de Jesus conseguiria fazer”?


Fonte: Espiritualidade e Ciência

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O mundo precisa de mães! por Dora Incontri


Vou começar a minha reflexão do dia das mães, sobre maternidade e maternagem, relembrando a minha própria mãe. Quando ela se foi, eu tinha 34 anos. Ela era uma grande parceira intelectual, uma mãe presentíssima. Compartilhávamos conversas, ideias, ideais, livros lidos, projetos a realizar. Apesar dessa ligação muito “cabeça” que tínhamos, quero lembrar de um fato aqui que me introduz no tema de hoje. Até um mês antes de ir para o hospital, onde faleceu dois meses depois, com câncer de pâncreas, ela diariamente arrumava minha cama. Não que fosse uma mãe essencialmente doméstica: fazíamos os serviços de casa em parceria, tínhamos uma pessoa que nos ajudava, a Maria, que depois veio a se tornar para mim uma segunda mãe. Minha mãe estudava, trabalhava, mas sabia que eu detestava arrumar a cama (coisa de que até hoje não gosto) e ela nunca falhava em me oferecer esse gesto de carinho diário.
Hoje tenho ouvido relatos de educadores e diretores, de escolas públicas e particulares, de crianças pequenas que chegam pela manhã na creche ou jardim da infância de período integral, com a mesma fralda com que foram para casa, no dia anterior.
Um documentário, como Muito além do peso (disponível gratuitamente no Youtube) mostra mães (e pais) totalmente impotentes e perplexos diante de filhos pequenos com hipertensão, diabetes, triglicérides e colesterol alto, por uma alimentação de nuggets, salgadinhos, batatas fritas e toneladas de açúcar… Crianças que não sabem o nome de nenhum legume e nenhuma fruta, que são viciadas em coca-cola e bolachas recheadas.
Esses são apenas algumas citações (cada uma das quais mereceria um artigo específico), para demonstrar como a nossa sociedade está negligente, incompetente e omissa em relação às crianças. E depois querem puni-las por desrespeito, querem reduzir a maioridade penal, querem impor limites e castigos…
O que está faltando hoje em muitos lares (de todas as classes sociais) é o que Winnicott chamou de “maternagem”, aqueles cuidados básicos, essenciais, necessários, que toda criança tem que receber. A criança, principalmente nos seus primeiros anos de vida, tem necessidade de total devotamento, cuidados plenos, amor incondicional. Depois desse primeiro período, que vai até pelo menos 2 anos, ela ainda precisa continuar a receber cuidados, ternura, presença atenta, embora já inicie seu processo de separação da mãe, de autonomia e de construção de sua identidade.
Embora a Psicologia nos ensine que se a maternagem não ceder à independência da criança no momento certo, o amor materno pode se tornar opressivo e prejudicial ao desenvolvimento do ser humano, ela também nos mostra que a negligência, o abandono e o não-preenchimento desses cuidados básicos, que incluem afetividade e acolhimento, colo e carinho, podem gerar lacunas psíquicas, que mais tarde poderão gerar graves distúrbios mentais.
O termo maternagem – que são esses cuidados maternos que toda mãe deveria dar, mas nem sempre dá, e que outra pessoa, que não seja a mãe, também pode oferecer – na Psicanálise, refere-se também aos cuidados que o terapeuta pode prestar ao seu paciente, de certa forma resgatando a maternagem que o indivíduo deveria ter recebido na infância.
Podemos ampliar ainda mais essa palavra e afirmar que todos nós em alguns momentos na vida, precisaremos de maternagem, mesmo quando já nos sentimos adultos e maduros. A nossa criança interna, carente e frágil, pode vir à tona e precisar de um colo materno e fraterno, para nos acalentar. Por outro lado, todos podemos também oferecer maternagem aos que estão à nossa volta, preocupando-nos com o bem-estar físico, psíquico e emocional do outro.

Quando a sociedade desnatura a mãe

A maternidade é um dado biológico, uma vinculação dada pela gestação, que pode continuar a se manifestar ou não em forma de maternagem. Uma mãe que abandona o filho não pratica a maternagem. Ela pode transferi-la para outra pessoa, no caso de uma adoção, ou emprestá-la ou ainda partilhá-la, no caso de entregar o filho a uma babá ou a uma creche (onde atualmente quase que se proíbe a maternagem, como se professoras de crianças pequenas tivessem de ser apenas “professoras”, quando toda criança pequena precisa o tempo todo de cuidados maternos). O pai também pode e até deve exercer a maternagem.
O que se dá é que em nossa sociedade, esfriada, individualista, competitiva, desumanizada, as pessoas estão desaprendendo de serem maternas. Porque todos devem ser “produtivos” no sentido econômico do termo. Não podemos nos dar ao luxo de cuidar de alguém, seja uma criança, seja um doente, seja um idoso. Temos todos, homens e mulheres, de trabalhar o tempo inteiro para “ganharmos a vida” e assim vamos perdendo a vida, esvaziando-a de carinho, de afeto e de cuidados mútuos.
Está certo que a Psicanálise desencantou as mães, mostrando-as como possíveis responsáveis por neuroses e psicoses, devido ao apego excessivo, ao devotamento doentio; é certo que a mulher saiu para o mercado de trabalho e não pode recuar da vida no mundo, dando sua contribuição para a sociedade; é certo que não podemos mais idealizar a mãe como sendo sempre um modelo de renúncia e abnegação – mas precisamos sim de sentimentos maternos para vivermos em sociedade de forma saudável, amorosa e plena.
Lembro aqui do amorosíssimo Francisco de Assis, que dizia aos seus companheiros, que eles se cuidassem mutuamente como mães… Lembro de Pestalozzi, o grande educador que tratou pela primeira vez da necessidade do afeto na educação e seus biógrafos reconheceram nele “um grande coração maternal”. Lembro de todas as mães, do decorrer dos milênios e ainda hoje, perdidas na multidão, que não saem nas matérias da Revista Veja, sobre executivas bem-sucedidas, que parecem mulheres despersonalizadas de seu estatuto feminino – lembro de todas as mulheres – dizia – que abriram caminhos para que seus filhos crescessem fortes, saudáveis e pessoas de bem, pelo amor com que se dedicaram a eles, pelo devotamento de sua presença… e lembro de minha mãe, que intelectualizada, parceira de livros e ideias, e que não suportava a idealização de uma “santa mãezinha”, não deixava de arrumar minha cama e de cuidar de nosso bem-estar psíquico e físico, de que, sabemos, as verdadeiras mães continuam a cuidar, mesmo do outro lado da vida…
O toque materno, a ternura, a preocupação com o outro é que arranca a vida da aridez e do vazio. Quem teve o privilégio de receber esses cuidados de sua mãe biológica, tanto melhor. Quem teve a sorte de ser “maternado” por outras pessoas, em sua infância, adolescência ou encontrar compensações maternas em suas relações atuais, ótimo. O que não podemos é passarmos a vida sem nenhum tipo de doçura materna, sem nenhum colo que nos aconchegue a alma.
Não é à toa que Maria, mãe de Jesus, é venerada em todos os cantos do planeta. Ela representa espiritualmente esse colo sagrado, acolhedor e pleno, no qual nos sentimos crianças de novo e seguros de uma proteção confortadora.
Mas também devemos ter consciência de que amadurecer, crescer, emancipar-se psiquicamente e espiritualmente, é sermos capazes por nossa vez de oferecer colos, de ofertar cuidados maternos e de sermos ternura no caminho de alguém.

Dora Incontri (Bragança Paulista/SP)
é uma jornalista, escritora brasileira. É doutora em educação pela Universidade de São Paulo. É um importante nome da Pedagogia espírita. Por todo Brasil, participa de seminários proferindo palestras embasadas neste tema. 
Obras  Pedagogia espírita: Um Projeto Brasileiro e Suas Raízes; A Educação segundo o Espiritismo; Pestalozzi, Educação e Ética; Para Entender Allan Kardec; A Educação da Nova Era; Todos os Jeitos de Crer; Kardec Educador; Vivências na Escola, Deus e deus, A Arte de Morrer - Visões Plurais, Filosofia - Construindo o Pensar.

sábado, 11 de maio de 2013

Mãe...



Para completar o homem, Deus a fez mulher…
Mas para participar no milagre da vida, Deus a fez mãe.
Para liderar uma casa, Deus a fez mulher…
Mas para edificar um lar, Deus a fez mãe.
Para estudar, trabalhar e competir, Deus a fez mulher…
Mas para guiar a criança insegura, Deus a fez mãe.
Para os desafios da sociedade, Deus a fez mulher…
Mas para o amor, a ternura e o carinho, Deus a fez mãe.
Para fazer qualquer trabalho, Deus a fez mulher…
Mas para embalar o berço e construir um caráter, Deus a fez mãe.
Para ser princesa, Deus a fez mulher…
Mas para ser rainha, Deus a fez mãe.
Você é o mais lindo presente de Deus para mim.
Eu quero ser uma dádiva de Deus para você.
Te amo, mainha

Autor: desconhecido

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária....



            "A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo."
Varias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me soou estranha. Até agora. Agora que minha filha adolescente, aos quase 18 anos, começa a dar vôos-solo. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria debaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha interna hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta pra controlar a supermãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
            Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso. Ser "desnecessária" é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes.
Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também.
            A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical... A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não para de se transformar ao longo da vida.
            Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeça o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
            Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser "desnecessários", nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar."

Lendo este texto de Marcia Neder, me vi nele. Com um filho adolescente (17 anos) e uma filha de 31, que ja me deu três netas, estou quase uma boa mãe.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Valsinha

Crônica baseada na composição Chico Buarque e Vinícius de Moraes Valsinha.

Marília e Fabiano formavam um casal tipicamente pacato. A rotina não tomou conta do casamento; ela impregnou o matrimônio mesmo antes dele ser consumado. Já no noivado Fabiano decidiu que o mais adequado seria não programarem a viagem de núpcias, pois o final do ano estava perto e, com as contas que se acumulariam no novo ano, seria melhor deixar para outra época.
Mesmo não gostando muito da ideia, contrariada, a noiva concordou. Provavelmente não imaginava que, mesmo após oito anos de casamento, a tal viagem ainda não teria sido feita.
Aos olhos dos amigos e familiares tudo ia bem. Ninguém notava o marasmo que era aquela relação. Apesar de ter uma presença sempre discreta nos eventos sociais, chegando e saindo cedo, os dois sempre estavam juntos e em harmonia.
Em dias de semana, como ambos trabalhavam em horários distintos, ela como enfermeira e ele como engenheiro civil, acabavam se vendo pouco. Sábado colocavam as pendências pessoais em dia e os domingos eram sagrados.
Dormiam até tarde, almoçavam na casa dos sogros de um ou de outro, Fabiano assistia futebol na televisão, Marília frequentava a missa das dezoito horas e o casal se juntava novamente para ver a semana terminar. Não era de se estranhar que não tivessem filhos…
Numa dessas tardes de domingo, enquanto lavava a louça na casa da sogra, Marília iniciou uma conversa com a Dona Mirtes, mãe de Fabiano:
­— A senhora sabe que a tenho como uma mãe, não é?
— Sei sim, minha filha. Por quê?
— Eu tenho notado que o casamento é muito diferente do que eu imaginava que seria.
— Como assim?
— Sei lá… — suspirou — Achei que teria mais movimento, mais paixão, não sei dizer ao certo.
— Bobagem, menina. Casamento que tem muita pimenta acaba dando indigestão. Confie em mim! Tenho trinta e cinco anos de casada, sei como é.
— Pode ser. Mas também não precisava ser tão morno como está. A gente quase nunca namora, Dona Mirtes… Quando vejo, a semana acabou e não fizemos nada.
— O Fabiano sempre foi quieto, desde meninote já era assim, tranquilo. Você é que precisa botar ele para se mexer. Se depender dele, morrerá de sede, mas não buscará um copo d´água.
O papo iria continuar, mas o sogro interrompeu a conversa sentando-se na cozinha. Porém, as palavras da sogra ficaram na cabeça de Marília. Poderia ser que ela estivesse certa, caberia a esposa fazer algo diferente.
Na manhã seguinte foi ao shopping e resolveu fazer uma surpresa para ver se algo acontecia, gastou o que não tinha, mas levou um belíssimo espartilho branco para casa.
Mesmo cansada depois de um dia de trabalho, Marília chegou, tomou um bom banho, se maquiou, vestiu o presente e foi para o quarto. Ao ver a mulher produzida, Fabiano pôs-se a rir.
— O que é isso, Marília?
— Um presente. — já toda sem graça respondeu. — Não gostou?
— Não é que não gostei, só não entendo porque está vestida como puta. O que deu em você, mulher?
— Nada, Fabiano… Nada.
Marília voltou ao banheiro, ligou o chuveiro para que Fabiano não escutasse seu choro e se despiu. Quando voltou para a cama, o marido já estava roncando. É certo que um marido desses merecia levar um bom chifre, pensou. Por ora, o cansaço vencera o sentimento de vingança e ela adormeceu.
Passados alguns dias a sensação de ser rejeitada pelo marido foi aumentando, principalmente porque ele nada fez para se desculpar por ter sido grosseiro. Marília, que nunca teve olhos para outros homens, começou a ser só sorrisos. Não era muito bonita, mas sua sensualidade e simpatia cativavam os homens.
Mais algum tempo depois eis que a semente do mal é plantada. Fabiano recebe uma ligação de um grande amigo que pede para se encontrar pessoalmente. No início ele se mostra reticente, mas diante da insistência do amigo resolve ir para ver do que se tratava.
— O que tenho para te dizer não é fácil, amigo…
— O que foi? Quem morreu?
— Morreu? Até agora ninguém, mas depois do que tenho para te contar, acho que acabará acontecendo.
— Conte logo, até porque esse suspense é que me matará!
— Vi tua mulher com um sujeito na hora do almoço! Ela estava lá num daqueles restaurantes da Rua Augusta, perto da Avenida Paulista, de mãos dadas e tudo.
— Impossível! Marília não seria capaz disso!
— Eu estava dentro do ônibus, quase que não a reconheci, mas como ele parou no ponto, deu tempo para ver a cena toda. Pode não ser nada, mas convém abrir o olho.
Fabiano saiu daquele encontro devastado. Tudo bem que sua vida conjugal não era das melhores, mas até aí, traição nem lhe passava pela cabeça. Sem saber o que fazer, foi se consultar com seu pai. Contou-lhe a história toda.
— Eu já sabia… — disse o pai.
— Sabia o quê? Que eu sou corno? E por que não me contou?
— Não, filho… Desse caso estou sabendo agora, mas desde quando você se casou eu sabia que aquela mulher era muita areia para o seu caminhão. Cedo ou tarde isso aconteceria.
— Mas, e agora, o que é que eu faço? Meto uma bala nos dois e depois me mato?
— Pare com isso! Você já não é mais um menino, está na hora de agir feito homem! Diante de um chifre você só tem duas opções: brigar com ela e deixar o caminho livre para o Ricardão agir ou lutar pelo casamento.
— Lutar pelo casamento? O senhor ficou doido? Não era você mesmo que dizia para todos que se algum dia descobrisse uma traição da mamãe, mataria os dois?
— Bravata! Qualquer homem adulto sabe que, na prática, as coisas não são assim. Só há dois tipos de maridos, os cornos e os “esquecidos”. Os cornos são aqueles que descobrem uma traição e fazem bobagem. Os mais espertos preferem esquecer. Separar não é fácil, filho. É melhor relevar uma ou outra bobagem, acredite em mim.
Percebendo a expressão de perplexidade que tomou conta de Fabiano, o pai continuou:
— Você a ama?
— Muito! Nunca pensei em estar com outra mulher!
—Então faz o seguinte, não levante a história. Pelo menos não até seu casamento estar mais forte. Passe a levá-la para sair, jantar fora, dançar… Coisas que mulher gosta. Seja mais atencioso, mais presente. Se você realmente gosta dela, esse é o jeito de ficar com essa mulher.
Dali em diante a vida daquele casal mudou. Passaram a ser um dos mais animados do grupo a ponto de sentirem saudade da rotina. Fabiano nunca tocou no assunto da traição, cortou relações com o amigo que lhe contou. Até hoje Marília nunca soube o valor que teve aquele almoço com seu primo.


Crônica de Marcelo Vitorino
 http://naquelamesa.com

Valsinha

Composição de Chico Buarque e Vinícius de Moraes, na voz de Martinho de Vila

Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar
Olhou-a de um jeito muito mais quente do que sempre costumava olhar
E não maldisse a vida tanto quanto era seu jeito de sempre falar
E nem deixou-a só num canto, pra seu grande espanto, convidou-a pra rodar
E então ela se fez bonita como há muito tempo não queria ousar
Com seu vestido decotado cheirando a guardado de tanto esperar
Depois os dois deram-se os braços como há muito tempo não se usava dar
E cheios de ternura e graça, foram para a praça e começaram a se abraçar
E ali dançaram tanta dança que a vizinhança toda despertou
E foi tanta felicidade que toda cidade se iluminou
E foram tantos beijos loucos, tantos gritos roucos como não se ouvia mais
Que o mundo compreendeu, e o dia amanheceu em paz


terça-feira, 7 de maio de 2013

CURIOSIDADES DO NOSSO CORPO



1. Se você estiver com a garganta doendo, aperte seu ouvido:
Pressionando os nervos do ouvido, ele vai gerar um reflexo imediato nos espasmos da garganta e alivia o desconforto

2. Para ouvir melhor utilize apenas um lado da orelha:
Se você está em um clube e não ouvir bem o que as pessoas estão dizendo, vire a cabeça e use apenas a orelha direita, uma vez que ela distingue melhor as conversações, enquanto a esquerda identifica músicas de som.

3. Para resistir à tentação de ir ao banheiro pense em sexo:
Quando não resistir à vontade de urinar e não tiver um banheiro por perto, pense em sexo. Isso vai entreter o seu cérebro e reduzirá o estresse.

4. Provoque tosses para reduzir a dor:
Um grupo de cientistas alemães descobriram que quando você espirra, aumenta a pressão no peito e coluna vertebral, inibindo, assim, dores na coluna.

5. Se você estiver com o nariz entupido:
Pressione o céu da boca e o nariz. Toque o céu da boca firmemente com um dedo, segurando o nariz abaixo das sobrancelhas. Isso permitirá que as secreções possam se mover e você volta a respirar.

6. Quando você tiver com azia, durma sobre seu lado esquerdo:
Isto cria um ângulo entre o estômago e do esófago, de modo que o ácido não pode passar para a garganta.

7. Quando um dente dói esfregue um cubo de gelo em sua mão:
Você deve passar um pedaço de gelo na área, em um "v" que tem entre o polegar e o dedo indicador contra a palma da mão. Isto reduz em 50% a dor, pois este setor está ligado aos receptores da dor da face.

8. Quando você se queimar, pressione o ferimento com um dedo:
Após a limpeza da área afetada, pressione com a mão sobre a queimadura, assim ela retornará a temperatura inicial e evitará bolhas. (Para pequenas queimaduras, apenas)

9. Quando você estiver bêbado:
Repouse a mão sobre uma mesa ou superfície estável. Se você fizer isso, seu cérebro vai recuperar o sentido de equilíbrio e evitará que tudo gire ao seu redor.

10. Ao correr, respire quando o pé esquerdo pisar o chão.
Isto irá prevenir sentimento de comichão no peito, porque se você respirar quando você coloca o pé direito, fará pressão no fígado.

11. Se sangrar o nariz, empurre com o dedo:
Se você deitar com o sangue escorrendo poderá se sufocar, por isso é melhor pressionar o dedo sobre o lado do nariz quando você tiver sangramento.

12. Para controlar o batimento cardíaco quando você está nervoso
Coloque o polegar na boca e assopre, isso irá ajudar seu coração parar de bater tão rápido a partir da respiração.

13. Para aliviar uma dor de cabeça quando você bebe água gelada:
Quando você beber algo congelado, resfria o paladar e o cérebro interpreta. Então você deve colocar a língua no céu da boca para retornar à temperatura normal.

14. Previna a falta de visão quando você está na frente do PC:
Quando você coloca seus olhos em um objeto próximo, como um computador, a vista fica cansada e não consegue enxergar direito. Por isso, feche os olhos, contraia o corpo e prenda a respiração por um momento. Então, relaxe. Remédio santo.

15. Desperte suas mãos e pés adormecidos movendo sua cabeça:
Quando você dorme, um braço ou uma mão, gire a cabeça de um lado para o outro e sentirás a dormência passar dentro de 1 minuto. Os membros superiores adormecem pela pressão sobre o pescoço. Igualmente para pernas e pés, leva alguns segundos.

16. Uma maneira fácil de prender a respiração debaixo d'água:
Antes de mergulhar, fazer respirações muitos rápidos e fortes para fazer o sangue ácido desaparecer, pois isso é que causa a falta de ar.

17. Memorize textos à noite:
Tudo o que você ler antes de dormir, o mais fácil de lembrar ...