O blog Espaço Livre foi criado com o propósito de compartilhar textos que venham acrescentar algo à vida das pessoas. Alguns escritos por mim, outros copiados, mas sempre identificando a fonte e os autores. Se alguma vez deixar de faze-lo, ou se algum autor se sentir prejudicado, peço que se manifeste para que possa fazer o devido reparo. Meu único propósito é partilhar conhecimento com os irmãos.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Nada vai mudar meu amor por você
Uma homenagem especial para o meu eterno namorado, Cristóvam Aguiar.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Velha Infância
Marisa Monte/Tribalistas
Você é assim:
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo,
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito.
Um sonho pra mim
E quando eu não te vejo,
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito.
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você.
Meu riso é tão feliz contigo.
O meu melhor amigo é o meu amor.
E gosto de ficar com você.
Meu riso é tão feliz contigo.
O meu melhor amigo é o meu amor.
E a gente canta
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança.
A gente brinca
Na nossa velha infância.
E a gente dança
E a gente não se cansa
De ser criança.
A gente brinca
Na nossa velha infância.
Seus olhos, meu clarão,
Me guiam dentro da escuridão.
Seus pés me abrem o caminho;
Eu sigo e nunca me sinto só.
Me guiam dentro da escuridão.
Seus pés me abrem o caminho;
Eu sigo e nunca me sinto só.
Você é assim:
Um sonho pra mim;
Quero te encher de beijos.
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito.
Um sonho pra mim;
Quero te encher de beijos.
Eu penso em você
Desde o amanhecer
Até quando eu me deito.
Eu gosto de você
E gosto de ficar com você.
Meu riso é tão feliz contigo...
O meu melhor amigo é o meu amor.
E gosto de ficar com você.
Meu riso é tão feliz contigo...
O meu melhor amigo é o meu amor.
E a gente canta
E a gente dançar
E a gente não se cansa
De ser criança.
A gente brinca
Na nossa velha infância.
E a gente dançar
E a gente não se cansa
De ser criança.
A gente brinca
Na nossa velha infância.
Seus olhos, meu clarão,
Me guiam dentro da escuridão.
Seus pés me abrem um caminho;
Eu sigo e nunca me sinto só.
Me guiam dentro da escuridão.
Seus pés me abrem um caminho;
Eu sigo e nunca me sinto só.
Você é assim: Um sonho pra mim.
Você é assim...
Você é assim: um sonho pra mim.
Você é assim...
Você é assim...
Você é assim: um sonho pra mim.
Você é assim...
Deus disse não
Nas horas difíceis, quando lembramos de rogar a Deus por Seu socorro, nem
sempre sabemos interpretar a Sua resposta.
No entanto, a resposta sempre chega de conformidade com as nossas necessidades e merecimentos.
Um homem que costumava fazer pedidos específicos a Deus, um dia conseguiu entender a Sua resposta e escreveu o seguinte:
Eu pedi a Deus para tirar a minha dor. Deus disse não. "Não cabe a Mim tirá-la, mas cabe a você desistir dela."
Eu pedi a Deus para fazer com que meu filho deficiente físico fosse perfeito. Deus disse não. "Seu Espírito é perfeito e seu corpo é apenas provisório."
Eu pedi a Deus para me dar paciência. Deus disse não. "A paciência nasce nas tribulações. Não é doada, é conquistada."
Eu pedi a Deus para me dar felicidade. Deus disse não. "Eu lhe dou bênçãos. A felicidade depende de você."
Eu pedi a Deus para me proteger da dor. Deus disse não. "O sofrimento o separa dos apelos do Mundo e o traz para mais perto de Mim."
Eu pedi a Deus para me fazer crescer em Espírito. Deus disse não. "Você tem que crescer sozinho, mas Eu o podarei para que você possa dar frutos."
Eu pedi a Deus todas as coisas para que eu pudesse gostar da vida. Deus disse não. "Eu lhe dou vida para que você possa gostar de todas as coisas."
E, por fim, quando pedi a Deus para me ajudar a amar os outros, tanto quanto Ele me ama, Deus disse:
"Finalmente você captou a ideia!"
No entanto, a resposta sempre chega de conformidade com as nossas necessidades e merecimentos.
Um homem que costumava fazer pedidos específicos a Deus, um dia conseguiu entender a Sua resposta e escreveu o seguinte:
Eu pedi a Deus para tirar a minha dor. Deus disse não. "Não cabe a Mim tirá-la, mas cabe a você desistir dela."
Eu pedi a Deus para fazer com que meu filho deficiente físico fosse perfeito. Deus disse não. "Seu Espírito é perfeito e seu corpo é apenas provisório."
Eu pedi a Deus para me dar paciência. Deus disse não. "A paciência nasce nas tribulações. Não é doada, é conquistada."
Eu pedi a Deus para me dar felicidade. Deus disse não. "Eu lhe dou bênçãos. A felicidade depende de você."
Eu pedi a Deus para me proteger da dor. Deus disse não. "O sofrimento o separa dos apelos do Mundo e o traz para mais perto de Mim."
Eu pedi a Deus para me fazer crescer em Espírito. Deus disse não. "Você tem que crescer sozinho, mas Eu o podarei para que você possa dar frutos."
Eu pedi a Deus todas as coisas para que eu pudesse gostar da vida. Deus disse não. "Eu lhe dou vida para que você possa gostar de todas as coisas."
E, por fim, quando pedi a Deus para me ajudar a amar os outros, tanto quanto Ele me ama, Deus disse:
"Finalmente você captou a ideia!"
* * *
Se, porventura, você está se sentindo triste por não ter recebido do Pai
Criador a resposta que desejava, volte a sorrir.
O sol beija o botão da flor e ela sorri.
A chuva beija a terra e ela, reverdecida, sorri.
O fogo funde os metais e esses, depurando-se, expressam formas para sorrir.
Vai a dor, volta a esperança.
Foge a tristeza, volta a alegria.
O sol beija o botão da flor e ela sorri.
A chuva beija a terra e ela, reverdecida, sorri.
O fogo funde os metais e esses, depurando-se, expressam formas para sorrir.
Vai a dor, volta a esperança.
Foge a tristeza, volta a alegria.
* * *
Certa vez um discípulo rogou, emocionado, ao seu mestre:
Senhor, quando identificarei a plenitude da paz e da felicidade, vivendo neste Mundo atribulado de enfermidades e violências?
O mestre, compassivo, respondeu:
Quando puderes ver com a suavidade do meu olhar as mais graves ocorrências, sem julgamento precipitado;
Quando lograres ouvir com a paciência da minha compreensão generosa;
Quando puderes falar auxiliando, sem acusação nem desculpismo;
Quando agires com misericórdia, mesmo sob as mais árduas penas e prosseguir sem cansaço no caminho do bem entre espinhos pontiagudos, confiando nos objetivos superiores, você se identificará comigo e gozará de felicidade e paz.
O aprendiz ouviu, meditou, e, levantando-se, partiu pela estrada do serviço ao próximo, disposto a conjugar o verbo amar, sem cansaço, sem ansiedade e sem receio.
Senhor, quando identificarei a plenitude da paz e da felicidade, vivendo neste Mundo atribulado de enfermidades e violências?
O mestre, compassivo, respondeu:
Quando puderes ver com a suavidade do meu olhar as mais graves ocorrências, sem julgamento precipitado;
Quando lograres ouvir com a paciência da minha compreensão generosa;
Quando puderes falar auxiliando, sem acusação nem desculpismo;
Quando agires com misericórdia, mesmo sob as mais árduas penas e prosseguir sem cansaço no caminho do bem entre espinhos pontiagudos, confiando nos objetivos superiores, você se identificará comigo e gozará de felicidade e paz.
O aprendiz ouviu, meditou, e, levantando-se, partiu pela estrada do serviço ao próximo, disposto a conjugar o verbo amar, sem cansaço, sem ansiedade e sem receio.
* * *
Se, porventura, tu estás triste por não teres recebido a resposta que desejavas
do Pai Criador, volte a amar e a sorrir.
Só assim vai a dor e volta a esperança.
Foge a tristeza e volta a alegria.
Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria desconhecida e mensagem do Espírito Eros, psicografia de Divaldo Pereira Franco. Em 11.10.2010.
Só assim vai a dor e volta a esperança.
Foge a tristeza e volta a alegria.
Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria desconhecida e mensagem do Espírito Eros, psicografia de Divaldo Pereira Franco. Em 11.10.2010.
Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/deus-disse-nao-47256/#ixzz2VqxnLCDb
Malu Fontes: o biquíni de Betty Faria e o efeito manada
Malu Fontes*
São inegáveis os usos, os benefícios e a amplitude
de informações proporcionados pela internet. Mas como nada na vida é
totalmente bom ou totalmente ruim, há uma onda de ódio cada vez mais
manifestada pelos usuários de computadores conectados, independentemente
de classe social, idade ou sexo, capaz de arregalar os olhos de quem se
dá o trabalho de observá-la. Em todos os lugares do mundo sempre haverá
pessoas dizendo e pregando coisas impensáveis sobre o próprio
semelhante, mas, trazendo o fenômeno para a internet, nunca se viu tanta
gente confundindo liberdade de expressão com apologia ao ódio e ao
preconceito.
Mobilizados em grande parte pela violência urbana que cresce em proporções indescritíveis no Brasil, uma parcela nada desprezível de leitores de notícias on line ou com perfil em redes sociais parece sentir-se à vontade para reivindicar ou defender teses que deixariam os nazistas do passado constrangidos. E embora a violência noticiada seja, sim, um elemento motivador para que se escreva todo o tipo de apologia ao ódio, é bom lembrar que ela não é nem de longe o elemento mais fomentador dessas manifestações agressivas. O mesmo se dá diante de notícias relacionadas a aborto, sexo, homossexualidade, minorias sociais e velhice, entre outros temas. E mesmo que diante de denúncias de sofrimento de pessoas nesses contextos.
Esta semana, por exemplo, bastou a atriz Betty Faria aparecer na imprensa de biquíni, na praia, questionando por que não pode usá-lo aos 72 anos, que comentários em todos os veículos que publicaram a notícia explodiram em agressões contra a atriz, reduzida, no mínimo, a uma velha ridícula. Ora, e por que mesmo ela não pode usar biquíni, se homens com a mesma idade e até muito menos não são objeto de nenhum xingamento se saem por aí se banhando em público com suas barrigas, banhas e pelancas descomunais? Há uma semana, um índio foi morto e outro gravemente ferido em um conflito com a Polícia Federal numa desocupação de terras no Mato Grosso do Sul. Os comentários dos leitores eram de uma apologia ao ódio contra índios que custa a crer que pessoas em pleno gozo da saúde psíquica sejam capazes de fazê-los. Quanto ao que sobreviveu, era chamado de carnissa (sic) e não são poucos os que desejam que o rapaz fique “pelo menos paraplégico”, graças ao tiro que levou. O argumento para tamanho ódio era o de que índios são uma escória social, uma espécie de seborreia do país sustentada por pessoas de bem, essas que postam tais barbaridades na web.
Esse comportamento tem nome: efeito manada, em que pessoas se valem da companhia de pares que sozinhos são covardes para em grupo ofender sem pudor. Mayara Petruso, a mocinha paulista que pregava a morte de nordestinos afogados nas enchentes de São Paulo porque elegeram Dilma Rousseff, é fichinha depois de tudo o que veio depois. Até mesmo um promotor de Justiça juntou-se à e-manada esta semana e, sobre os manifestantes na Avenida Paulista contra o reajuste da tarifa de ônibus afirmou numa rede social que se a Tropa de Choque os matasse, ele, promotor, arquivaria o inquérito. Em Salvador, uma manifestação de estudantes na Paralela levou a comentários do mesmo naipe: vagabundos, desordeiros, vândalos e que tais. Num artigo escrito há um ano, o jornalista Luciano Trigo deu o diagnóstico desse tipo de comportamento: as redes sociais estão se tornando veículo para perigosos rituais de justiça sumária e linchamento virtual por parte de uma e-massa exercendo um e-poder. Sem pudor algum.
* Malu Fontes é jornalista e professora de Jornalismo da Ufba
Mobilizados em grande parte pela violência urbana que cresce em proporções indescritíveis no Brasil, uma parcela nada desprezível de leitores de notícias on line ou com perfil em redes sociais parece sentir-se à vontade para reivindicar ou defender teses que deixariam os nazistas do passado constrangidos. E embora a violência noticiada seja, sim, um elemento motivador para que se escreva todo o tipo de apologia ao ódio, é bom lembrar que ela não é nem de longe o elemento mais fomentador dessas manifestações agressivas. O mesmo se dá diante de notícias relacionadas a aborto, sexo, homossexualidade, minorias sociais e velhice, entre outros temas. E mesmo que diante de denúncias de sofrimento de pessoas nesses contextos.
Esta semana, por exemplo, bastou a atriz Betty Faria aparecer na imprensa de biquíni, na praia, questionando por que não pode usá-lo aos 72 anos, que comentários em todos os veículos que publicaram a notícia explodiram em agressões contra a atriz, reduzida, no mínimo, a uma velha ridícula. Ora, e por que mesmo ela não pode usar biquíni, se homens com a mesma idade e até muito menos não são objeto de nenhum xingamento se saem por aí se banhando em público com suas barrigas, banhas e pelancas descomunais? Há uma semana, um índio foi morto e outro gravemente ferido em um conflito com a Polícia Federal numa desocupação de terras no Mato Grosso do Sul. Os comentários dos leitores eram de uma apologia ao ódio contra índios que custa a crer que pessoas em pleno gozo da saúde psíquica sejam capazes de fazê-los. Quanto ao que sobreviveu, era chamado de carnissa (sic) e não são poucos os que desejam que o rapaz fique “pelo menos paraplégico”, graças ao tiro que levou. O argumento para tamanho ódio era o de que índios são uma escória social, uma espécie de seborreia do país sustentada por pessoas de bem, essas que postam tais barbaridades na web.
Esse comportamento tem nome: efeito manada, em que pessoas se valem da companhia de pares que sozinhos são covardes para em grupo ofender sem pudor. Mayara Petruso, a mocinha paulista que pregava a morte de nordestinos afogados nas enchentes de São Paulo porque elegeram Dilma Rousseff, é fichinha depois de tudo o que veio depois. Até mesmo um promotor de Justiça juntou-se à e-manada esta semana e, sobre os manifestantes na Avenida Paulista contra o reajuste da tarifa de ônibus afirmou numa rede social que se a Tropa de Choque os matasse, ele, promotor, arquivaria o inquérito. Em Salvador, uma manifestação de estudantes na Paralela levou a comentários do mesmo naipe: vagabundos, desordeiros, vândalos e que tais. Num artigo escrito há um ano, o jornalista Luciano Trigo deu o diagnóstico desse tipo de comportamento: as redes sociais estão se tornando veículo para perigosos rituais de justiça sumária e linchamento virtual por parte de uma e-massa exercendo um e-poder. Sem pudor algum.
* Malu Fontes é jornalista e professora de Jornalismo da Ufba
domingo, 9 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O escolhido
![]() |
| Imagens de alguns dos nossos bons momentos |
No ano passado eu publiquei este texto e, como estes dias estou um pouco nostálgica,
vou repeti-lo com algumas atualizações.
Desde a infância, enquanto a maioria das
crianças esperavam impacientemente pelo mês de dezembro para comemorar o Natal,
eu ficava ansiosa pela chegada do mês de junho. Férias escolares, fartura na
roça. E os festejos juninos sempre foram os que eu mais apreciei. Forró,
quadrilhas, fogueiras, fogos, sempre me alegraram mais. Pensando nestas coisas,
resolvi pesquisar um pouquinho sobre este mês e encontrei o seguinte:
Junho é o sexto mês do calendário gregoriano. O
seu nome é derivado da deusa romana Juno, rainha do céu, mulher do deus
Júpiter, senhor do universo. Em 21 de junho ou próximo a esse dia, o Sol atinge
o ponto mais ao norte em sua trajetória pelo céu; é o solstício de junho,
começo do verão no Hemisfério Norte e do inverno no Hemisfério Sul. O inverno é
sempre muito esperado por nós sertanejos, época de fartura. Um clima gostoso,
especialmente para os casais enamorados. Não foi à toa que escolheram em junho
o dia dos namorados. Embora se diga que a escolha foi por ser véspera do dia de
Santo Antônio, tido como santo casamenteiro.
E, como não acredito em
coincidências e que nada acontece por acaso, foi justamente neste mês, no dia
20, há 33 anos, que eu e Cristóvam Aguiar, decidimos, como diz a música de Luiz
Gonzaga, "ajuntar os troços". A partir de então, assim como na
música, "o que é meu, o que é teu /é só nosso". Até mesmo os
problemas nunca foram apenas meu ou seu, e juntos, sempre encontramos uma
saída. Estamos certos de que a nossa missão aqui é juntos, unidos, feitos um só...
Tenho a convicção de que ninguém
chega até nós por simples coincidência. E ninguém permanece em nossa vida por
um simples acaso. Pessoas nos encontram ou nós as encontramos sem querer, não
há programação de quando as encontraremos. Assim, pensamos que existe um
destino em que cada um encontra aquilo que é importante para si. As pessoas que
entram em nossa vida, sempre entram por alguma razão, com algum propósito.
Ainda que a pessoa que entrou em nossa vida, aparentemente, não nos ofereça
nada, ela não entrou por acaso, não está passando por nós apenas por passar. O
universo inteiro conspira para que as pessoas se encontrem e resgatem algo umas
com as outras. Essas pessoas entram em nossa vida, muitas vezes de maneira tão
estranha, que nos intrigam. Mas, cada uma delas é especial, mesmo que o momento
seja breve, mesmo que nos cause dor, mágoa, com certeza elas nos deixarão
alguma coisa para nosso aprendizado e crescimento. Nos darão uma chance para
resgatarmos alguma dívida do passado ou adquirirmos créditos para o futuro.
Nestes 33 anos de convivência, nos
quais tivemos muito mais momentos felizes do que infelizes, aprendi que a
felicidade na nossa vida depende de nós e não de circunstâncias externas, e que
lidar com a vida poderá ser mais leve se relevarmos muitas coisas.
Conviver é também sinônimo de sabedoria, de treino de amor que oferecemos ao outro e a nós mesmos. Porque não há como amar alguém sem se aperceber de oferecer primeiro amor a nós mesmos, e que se agirmos assim com mais autoestima, com certeza, não nos magoaremos com tanta facilidade. Mas, se no caminho da vida surgirem as inevitáveis frustrações, não podemos esquecer que esta existência é um exercício para o nosso espírito que é eterno e muito maior que os nossos altos e baixos.
Conviver é também sinônimo de sabedoria, de treino de amor que oferecemos ao outro e a nós mesmos. Porque não há como amar alguém sem se aperceber de oferecer primeiro amor a nós mesmos, e que se agirmos assim com mais autoestima, com certeza, não nos magoaremos com tanta facilidade. Mas, se no caminho da vida surgirem as inevitáveis frustrações, não podemos esquecer que esta existência é um exercício para o nosso espírito que é eterno e muito maior que os nossos altos e baixos.
Para arrematar, como estamos nos
aproximando do Dia dos Namorados, a letra desta música (bem que poderia ter
sido escrita por mim) de Flávio José “Sem Não Nem Talvez”, que dedico ao meu eterno namorado, Cristóvam Aguiar:
Eu e você somos tão nossos/ Que
às vezes penso que você sou eu/ Eu sem você sou qualquer troço/ Do mesmo jeito
é você sem eu/ Eu sem você sou a metade,
da metade, da metade/ De quase todo nada/Definitivamente, decidamente/ Eu sem
você sou nada/
Mas nada simplesmente nada/ Vai tirar da estrada/ O
que a gente fez/ Pois tudo que plantamos juntos/ Que colhemos juntos é que vai
ter vez/ Adoro ser teu ombro amigo/
E quero estar contigo minha companheira/ Deus queria que a gente se queira/ Pela vida inteira, sem não nem talvez/ Na vida a gente nasce flor/ Pra fecundar o amor/
E então criar raiz/ Pra germinar feito semente/ Mas infelizmente a vida não tem bis/
Então vamos viver o amor/ Vamos colher a flor/ Vamos morrer raiz/ Nascer semente todo dia/ Num chão de alegria/ Pra gente ser feliz/ Eu e você
E quero estar contigo minha companheira/ Deus queria que a gente se queira/ Pela vida inteira, sem não nem talvez/ Na vida a gente nasce flor/ Pra fecundar o amor/
E então criar raiz/ Pra germinar feito semente/ Mas infelizmente a vida não tem bis/
Então vamos viver o amor/ Vamos colher a flor/ Vamos morrer raiz/ Nascer semente todo dia/ Num chão de alegria/ Pra gente ser feliz/ Eu e você
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