segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Por Que As Pessoas Gritam?


Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:

- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? – Questionou novamente o pensador.

- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?

Elas não gritam. Falam suavemente.
E por quê?
Porque seus corações estão muito perto.
A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
“Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta”

Mahatma Gandhi

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Acredite nas pessoas...

Acredite nas pessoas...
Naquelas que possuem algo mais...
Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades...
Digo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes...
Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança...

Pessoas firmes...
Verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas...
Que com um sorriso, um beijos, um abraço, uma palavra de faz feliz...
Aquelas que erram... Acertam...
Não tem vergonha de dizer não sei...
aquelas que sonham... Aquelas amigas...
Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, aquelas que fazem à diferença...
Aquelas que vivem intensamente um grande amor...

(Autor desconhecido)

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

AS MARCAS DE BATOM NO BANHEIRO



Numa escola pública no centro de Belo Horizonte, estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 15,16,17 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom. O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom.
Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram.
No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!
 
 Moral da história: Há professores e há educadores... Comunicar é sempre um desafio!

Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.
Por quê?
Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.
Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Compaixão e perseverança amenizam dores

“Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” Jesus (Mateus, 11:29-30.)

Início dos anos cinquenta do século passado. Mediana cidade do Triângulo Mineiro. Ruas de ladeiras variadas, calçadas de paralelepípedos. Uma carroça transporta pesadas vigotas, rua acima. Sobre a carga, já de si enorme, ia o condutor a fustigar o cavalo, que fraquejava no aclive acentuado e escorregadio.
Após ingentes esforços, o pobre animal para, a bufar, incapaz de prosseguir a marcha, embora os gritos e reiterados açoites do carroceiro, jovem ignorante e impiedoso. Furioso, desceu da carroça, redobrando xingamentos e chicotadas vigorosas! Também ele uma alimária, embora de outra espécie (racional?), mas, na verdade, cruel, inclemente!
Por sorte, passava por ali outro jovem. Só que este sensato. E – inspirado em Francisco de Assis, pleno de compaixão –, usou de misericórdia para com ambos, cavalo e condutor.
Com humildade, propôs ao carroceiro:
– Posso ajudá-lo? Empurro a carroça e você puxa o cavalo.
– Esse desgraçado ‘tá’ com moleza! Não levanta porque é manhoso!
– Ele está cansado. Vamos ajudá-lo, que ele dá conta de subir.
– ‘Tá’ certo. Pode empurrar.
Mas o cavalo não aceitou nem a presença do condutor, recusando-se a segui-lo, seja pelo cansaço, seja por antipatia.
– Espera um pouco, uns cinco minutos. Está muito cansado. E vamos inverter as posições: você empurra a carroça e eu guio o cavalo.
Proposta aceita a contragosto, nosso personagem pôs-se a conversar com o animal, ainda muito assustado. Com serenidade e palavras amorosas ganhou-lhe a confiança, acariciando-lhe a crina, enquanto, aos poucos, descansava. Disse-lhe, em tom de voz amigável: – São Francisco vai te ajudar, meu amigo!
Impaciente, o outro propunha retomar a caminhada. Nosso amigo, sob o amparo de Francisco de Assis, e a força moral que a humildade e a paciência lhe favoreciam, respondeu-lhe: – Espera mais um pouco, um minutinho só! Ele subirá com a carga.
Passado tempo razoável, o companheiro convidou o cavalo a se levantar, dizendo-lhe com carinho: – Nós vamos ajudá-lo. Vem comigo!
O bichinho atendeu ao chamado, trôpego a princípio, mas, firmando-se, venceu a íngreme ladeira até a esquina próxima, onde a rua transversal amenizava a subida, em busca do destino visado.
 Neste ponto, nosso amigo despediu-se de ambos, com palavras amistosas para um e de bons conselhos para o outro, para que experimentasse a paciência sempre com seu companheiro de trabalho, que o ajudava a ganhar o pão de cada dia.
*
O fato singelo, mas real, leva-nos a refletir sobre o convite de Jesus com a promessa do jugo leve!
Perdemos todos os esforços se desanimamos, quando o fim da prova poderia estar à vista (quem sabe, na próxima esquina?). Ao seguir, encorajados pelo auxílio invisível, que não falta, vencemos os aclives do caminho que nos cabe percorrer, ainda que a passos trôpegos!
Quando nos surgem sofrimentos, ao invés de nos desesperarmos, indaguemos ao Mestre quais lições devemos aprender com a Dor, essa Sublime Mensageira!
Amigos espirituais, em nome dEle, acorrem aos nossos apelos, quando aprendemos a buscá-lO nas asas da prece, revestida de humildade e confiança!
Agostinho, Espírito – Cap. XXVII, item 23 de O Evangelho segundo o Espiritismo –, afirma-nos:
“(...) A prece é o orvalho divino que aplaca o calor excessivo das paixões. Filha primogênita da fé, ela nos encaminha para a senda que conduz a Deus. No recolhimento e na solidão, estais com Deus”.
Os bons Espíritos, quais samaritanos, não eliminam nossas provas, mas encorajam-nos, inspiram-nos, quando a eles recorremos.
Ainda que distantes da fé ardente, se cultivamos a prece sincera, buscando compreender as mensagens que as dores nos trazem, ela cresce, a pouco e pouco, em nosso íntimo, pelas respostas que nos oferece.
Se recorremos à oração sinceramente, cumprindo nossos pequeninos deveres, e buscamos vivenciar as lições do Evangelho, as respostas sempre nos vêm.
E assim nosso jugo vai se tornando leve, suportável. Indispensável, para isso, aviar as receitas de amor do Divino Mestre, buscando, por nossa vez, suavizar provas de outros irmãos de caminhada!
Com paciência e resignação ativas, reduzimos nossas dores, sem aflição e desespero dispensáveis, que as reações desequilibradas favorecem.
A dor fustiga, inclemente, mas o “orvalho divino” nos conduz ao jugo leve, prometido por Jesus.
         Gebaldo José de Sousa



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Libere o Amor que existe em Você!



Reflexão...

Abra seu coração e olhe para a dor da humanidade.
Do seu lado pode estar alguém que sofre em silêncio.
Não se feche, nem retenhas as coisas boas...
Há muitas mãos estendidas, há muitos rostos chorando, há muitas vidas precisando de você...
No mundo, há fome, há luta, há dor sobretudo na ALMA das pessoas.
Faça algo neste dia...
Pode ser que amanhã a sua palavra fique presa na garganta porque a morte se sobrepõe a vida.
Não retenha um gesto de amor, a sua solidariedade, a sua amizade, o seu melhor sentimento.
Não sabemos o que nos espera no próximo minuto.
Uma existência toda se esvai num segundo determinante.
Faça a sua parte no mundo!
Não silencie, não se omita!
Alguma alma ferida precisa das suas palavras, um amigo espera seu gesto, um faminto espera o pão, um doente a cura, alguém que você nem conhece, deseja intensamente estar no seu lugar.
Deus habita no meio daquele que tem o maior sentimento do universo: O AMOR!


(autoria desconhecida)