Quando ouvimos algo doce e sereno, os nossos ouvidos agradecem a
entonação afetuosa da fala e o nosso espírito se enche de paz e luz.
Por várias vezes teremos a oportunidade de exercitar em nós a doçura
das palavras, mas poucas vezes vamos nos propor a este exercício,
porque muitas vezes nos é mais cômodo a severidade das palavras,
do que a doçura em nossa fala.
Percebam que quando resolvemos nossas dificuldades medindo o que falamos,
pensando antes de falar, temos muito mais chances de sermos bem
sucedidos do que simplesmente falando severamente.
Coloque em tudo que fizer a doçura das palavras e
assim verá o quanto poderá modificar suas ações .
www.gotasdepaz.com.br
O blog Espaço Livre foi criado com o propósito de compartilhar textos que venham acrescentar algo à vida das pessoas. Alguns escritos por mim, outros copiados, mas sempre identificando a fonte e os autores. Se alguma vez deixar de faze-lo, ou se algum autor se sentir prejudicado, peço que se manifeste para que possa fazer o devido reparo. Meu único propósito é partilhar conhecimento com os irmãos.
terça-feira, 20 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
A prece espírita

Numa
época em que orar se tornou um hábito obsoleto, inclusive para os
próprios religiosos, o Espiritismo faz com que o homem redescubra o
valor da prece.
Orar, para o espírita, é um ato consciente.
Na
prece, em que procura valorizar mais o sentimento do que as palavras,
ele empreende um estudo sobre si mesmo, de forma sincera.
O
espírita sabe que a oração lhe possibilita a sintonia com os Planos Mais
Altos, haurindo forças para perseverar no caminho que escolheu
palmilhar sobre a Terra.
Quando ora, portanto, eis que ele se coloca, onde estiver numa atitude de respeito e de reverência ao Criador.
Para o espírita, o hábito de orar deve ser tão natural quanto o de respirar.
Promovendo
o necessário silêncio interior, ele busca ouvir a Resposta Divina às
suas súplicas, resignando-se ante as provas imprescindíveis ao seu
burilamento.
Nas decisões que precise tomar, o espírita ora,
pedindo inspiração, compreendendo que todos estamos submetidos a um
Poder Superior que governa a Vida.
Para ele, a prece nunca é enfadonha.
Esforçando-se
no sentido de que haja coerência entre o que fala e o que faz, o
espírita, de suas ações de cada dia, procura fazer uma prece contínua
que oferece a Deus em holocausto de amor.
Para o espírita, não existem fórmulas especiais de oração.
Excetuando-se
o “Pai Nosso”, a prece-símbolo da fraternidade entre os homens, que nos
foi ensinada por Jesus, todos podemos compor as nossas preces segundo
as próprias ideias e emoções.
Se os dirigentes das nações cultivassem o hábito da oração, antes que passassem a discutir em torno de uma mesa os problemas internacionais, certamente que o resultado de suas negociações seria bem diferente.
Se os dirigentes das nações cultivassem o hábito da oração, antes que passassem a discutir em torno de uma mesa os problemas internacionais, certamente que o resultado de suas negociações seria bem diferente.
Se as autoridades governamentais de cada país orassem com fervor, a paz no mundo seria uma realidade e não um simples sonho.
Se
todos os lares orassem de acordo com as suas convicções religiosas, a
Terra seria um paraíso, atraindo para si as influências positivas do
Universo, transformando-se numa estrela de brilho infindável.
Por isto, os espíritas são chamados a uma revalorização da prece, no mundo atual, que parece mentalmente afastado de Deus.
A indiferença do homem pela prece evidencia a indigência espiritual em que ele vive hoje.
E que dizermos daquele que ora simplesmente por orar, como se a oração fosse um conjunto de palavras sem alma?!...
Que
o espírita perceba a extensão de sua responsabilidade e peça a Deus
forças para não recuar diante dela, em sua condição de “sal da terra”...
De
nossa parte, em nome dos que servem ao Cristo na seara espírita,
estaremos a postos para auxiliá-los no que possamos, ainda que
efetivamente possamos muito pouco.
Irmão José / Psicografia de Carlos A. Baccelli
terça-feira, 6 de maio de 2014
Como se inicia o processo da gravidez!
Na hora em
que o óvulo é anexado ao espermatozoide dentro do útero de uma mulher, existem
energias ali, positivas ou negativas nas paredes do útero, no seu corpo que
definem o estado das primeiras células, se vão estar em estado negativo ou não,
estas energias se forem de uma concepção feita com o amor em harmonia, serão
positivas, se o feto está sendo gerado devido a algum estrupo ou sexo sem amor,
traições, interesses, as energias que vão estar impregnadas nas paredes do útero
serão negativas.
Após a
fecundação, tudo já está determinado por Deus, de maneira indireta, que é
através de seus auxiliadores espirituais, qual vai ser o espírito que vai ter a
graça de poder se reencarnar naquela vida que está se formando.
Surge então
um fio muito fino feito de energias que liga o pequeno feto ao espírito que foi
escolhido, o espírito a partir daí já tem a certeza de sua reencarnação e fica
em estado de alegria, de euforia em saber que vai ter uma nova chance de pagar
seus pecados e se evoluir espiritualmente, começa a fazer mais planos de tudo o
que pretende fazer para que não caia em armadilhas e fique estacionado no plano
espiritual, sente um grande amor vindo de Deus em se lembrar dele e se promete
em ser um homem ou mulher de boa índole para não cair nos vícios mundanos outra
vez.
Após a
fecundação do óvulo as energias mesmo negativas se tornam boas energias vindas
de Deus, o milagre da vida acontece, a mulher muda suas feições e fica com um
ar de mãe no rosto, suas feições ficam vivas, os olhos demostram que dentro
dela está acontecendo um ato divino.
Este fio que parece uma linha, mas feito de energia pura, não se rompe, esta energia vem do cosmo, do universo, faz parte da criação, ela percorre longas distancias, e não tem possibilidade de se partir, porque ela é renovada sempre com as energias que estão no universo desde o princípio das coisas.
Primeiro Mês
Este fio que parece uma linha, mas feito de energia pura, não se rompe, esta energia vem do cosmo, do universo, faz parte da criação, ela percorre longas distancias, e não tem possibilidade de se partir, porque ela é renovada sempre com as energias que estão no universo desde o princípio das coisas.
Primeiro Mês
O espírito
que está ligado ao feto por um fio começa a sentir um torpor, uma certa
sonolência em pensar, fica mais difícil agir, o fio que os une fica mais
grosso, no final do primeiro mês ele já tem mais ou menos dois milímetros de
diâmetro.
Segundo Mês
Segundo Mês
Ainda com
consciência o espírito procura um contato com seus futuros pais, tenta
participar de sonhos durante a noite, tenta um contato, tem vontade de se
revelar e pedir a seus pais que o aceitem, sente ansiedade, sua espiritualidade
está ligada a da mãe, quando a mãe está nervosa ou cansada, o feto mesmo com
dois meses já tem uma pré visualização do caráter e dos sentimentos de sua
futura mãe.
Terceiro Mês
Terceiro Mês
O cordão que
une o espírito ao feto já é mais grosso, como um cordão umbilical, só que de
pura energia, este cordão liga o feto ao espírito que geralmente fica próximo,
se a mãe tem problemas de aceitação da nova gestação, ou problemas de
relacionamento com seu parceiro, ela envia energias ao feto sob a forma
negativa, mas o amor materno já é mais forte e acaba purificando a concepção do
feto e do cordão que une o feto ao espírito.
Quarto Mês
Quarto Mês
A esta hora o
espírito que está ligado ao feto está completamente adormecido para vida
espiritual e começa a ter uma vida intrauterina, brinca, se mexe, às vezes este
período se dá no terceiro mês, suas lembranças da vida passada e da vida
espiritual vão se guardando no subconsciente, que por sua vez são transferidas
ao perispirito que já está se anexando ao novo corpo, em seu cérebro ficam
gravadas vagas lembranças, as coisas que o espírito sabe, como tocar música,
situações que marcaram muito, coisas que aprendeu em vidas passadas, ficam
marcadas na memória do bebê, de forma que quando ele crescer vai ter mais
facilidade ou aptidões ligadas a experiências do espírito.
Quinto Mês
Quinto Mês
Neste mês o
espírito já com seu perispirito anexado ao bebê e com o cordão umbilical feito
de energia espiritual já com dois centímetros de diâmetro, se o espírito não
estiver ainda no corpo do bebê, este cordão atrai o espírito para junto de seu
perispirito, nesta hora o espírito se incorpora de maneira definitiva ao bebê e
começa a ter informações vindas do cerebro do bebê com mais intensidade,
carinhos que a mãe faz, vozes, barulhos, tudo isso vai ficando registrado no
espírito do bebê que já está ali dentro da barriga da mãe, os pensamentos do
espírito e sua consciência começam a voltar gradualmente, mas já usando os
neurônios ainda em formação do bebê, portanto o espírito nesta hora já está
pensando como um bebê.
A partir
deste mês já está completa a transferência, a reencarnação de uma nova vida.
Sexto Mês
Sexto Mês
No sexto mês
em diante o espírito já está completamente em nosso mundo, reencarnado, e daí
para frente ele procura se adaptar ao novo corpo que lhe foi dado por Deus,
seus pensamentos mesmo tendo algum carma a resolver aqui na terra, são
inocentes, as energias estão renovadas e em positividade, o espírito vai ter
uma chance de recomeçar do zero na vida carnal.
Sétimo mês
Sétimo mês
No sétimo mês
de gestação o cerebro do bebê ainda em desenvolvimento final não está preparado
para receber a consciência e a personalidade do seu espírito, estas funções
ainda ficam como que adormecidas, o espírito também sente sua individualidade e
seu modo de pensar adormecido, o bebê está restrito ainda aos primeiros
instintos humanos, fome, dor, sono, alegria, tristeza, os movimentos do bebê
são involuntários e sem coordenação motora.
A verdadeira
personalidade que está estampada no íntimo do espírito só aparece entre os seis
e sete anos, isto porque primeiro ele precisa receber nos primeiros anos de
vida a educação, o amor e o caráter de sua família.
No sétimo mês
o espírito tem ligeiros momentos de lucidez onde ele vê sua próxima encarnação
e seus resgates de antigos carmas que ele precisa fazer, muitos espíritos ainda
sem evolução espiritual se intimidam por saberem que sua nova vida vão ter que
passar por momentos difíceis, outros que já tem um pouco mais de adiantamento espiritual,
ajudam a sua próxima família a recebê-lo em sua nova jornada, costumam visitar
sua nova Mãe e Pai em sonhos durante a noite, outros conseguem magnetizar
primeiramente o útero e depois o corpo todo de sua progenitora, trazendo
energias positivas e restauradoras.
A concepção
de uma nova vida é abençoada por Deus, as dores e os sofrimentos de uma Mãe
antes do parto são recompensadas a ela pelo amor que ela vai receber em
seguida, este amor não é um amor comum, não é um amor de filho para Mãe, um amor
espiritual que atravessa encarnações.
Oitavo mês e o nono mês
O espírito já
inteiramente lúcido e ligado ao seu novo corpo já não pertence mais ao mundo
espiritual, a ansiedade toma conta de seu ser, tudo que ele deseja é que o
parto seja breve e que tudo saia bem, ele escuta a voz de sua Mãe e seu Pai,
sente o amor que vem dos dois, em sua mente já sabe que vai nascer para o
mundo, em suas lembranças não sabe mais que está reencarnando, nem sabe de suas
vidas passadas, um novo começo se abre em seu horizonte, ele sabe que irá ter
uma nova chance e vai começar do zero, até a sua inteligência e seu
conhecimento ficaram adormecidos, sua aparência vai ser de um bebê com a
inocência divina, um anjo que nasce, a doçura e a fragilidade nos cuidados só
despertam os instintos de Mãe.
Esta é a
contribuição de Deus para o mundo um dia ficar melhor, a cada momento nasce um
anjo novo, uma nova vida.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Baixa estima e seus perigos
O complexo de inferioridade
consiste em um conjunto de ideias que foram recalcadas no inconsciente
da criatura em tenra idade, associadas às já existentes pelas
experiências obtidas em vidas pretéritas.
Ele age sobre a conduta humana, provocando sentimentos gratuitos de culpa, excessiva carga emotiva relacionada a pensamentos de baixa estima, frequente sensação de inadequação e constante frustração em decorrência da desvalorização da capacidade e habilidade pessoal.
O sentimento de autopiedade pode nos tornar doentes fisicamente.
Uma espécie de “invalidez psíquica” envolve-nos a existência e, a partir daí, sentimo-nos inferiores e incapazes, levados a uma perda total da confiança em nós mesmos.
A piedade aqui referenciada, é o sofrimento moral de pesar ou aflição que sentimos por autopunição. Ter pena ou dó, em muitas circunstâncias, pode não ser um sentimento verdadeiro, mas sim uma obrigação social aprendida, a ser demonstrada diante do infortúnio alheio.
No entanto, a sensação que experimentamos de amor, permeada de respeito e afeição pelos outros, revela-nos os reais sentimentos denominados de benevolência e compaixão. A baixa estima ou autopiedade, pode nos levar a ser vítimas de nós mesmos, pois estaremos somatizando essas emoções negativas em forma de doenças.
Os sintomas da enfermidade podem ser considerados a forma física de expressar uma atitude interna, ou mesmo um conflito.
Portanto, doentes não são somente as vítimas inocentes de algum desarranjo da natureza, mas também os facilitadores de sua própria moléstia.
O acontecimento em si mesmo, nunca tem muito sentido; precisamos aprender a discernir o que há por trás do aspecto físico, ou seja, atingir o conteúdo metafísico das coisas. A importância e a mensagem de um fato ou de um acontecimento somente aparecem clarificadas, quando interpretados em sua significação; é isso que nos permite a compreensão completa de seu sentido.
Quando deixamos de interpretar as ocorrências da vida e o segmento natural que implicará seu destino, nossa existência mergulhará numa total falta de sentido.
A doença sempre tem uma intencionalidade e um objetivo, surgindo nas criaturas de baixa estima a fim de alertá-las de que existe uma descompensação psíquica (seu sentimento de inferioridade) e da necessidade de harmonizá-la.
O sentimento de inferioridade ou de baixa estima associa as criaturas a uma resignação exagerada, a um autodesleixo ou descuido das coisas pessoais.
A perda do senso de autovalorização é também consequência do sentimento de inferioridade, que remete os indivíduos à vivência entre “hábitos cronometrados” e a uma “mecanização dos costumes”.
Aqui estão algumas afirmações, que, se observadas com atenção, poderão nos ajudar a reconquistar a autoconfiança perdida:
- somos potencialmente capazes de tomar decisões sem ter que recorrer a intermináveis conselhos;
- possuímos uma individualidade divina completamente distinta da dos outros;
- fazemos as coisas porque gostamos, não para agradar as pessoas;
- encontraremos sempre novos relacionamentos; por isso não temos medo de ser abandonados;
- usaremos, constantemente, de nosso bom senso; portanto, as críticas e as desaprovações não nos atingirão com facilidade;
- tomaremos nossas próprias decisões, respeitando, porém, a dos outros.
É essencial lembrar-nos de que sempre é possível alterar ou transformar nosso “estilo de vida”.
Para tanto, não duvidemos de nossas aptidões e vocações naturais, nem questionaremos, sistematicamente, nossas forças interiores.
Para obtermos autoconfiança, somente é preciso reivindicarmos, valorosamente, o que já existe em nós por direito divino.
Ele age sobre a conduta humana, provocando sentimentos gratuitos de culpa, excessiva carga emotiva relacionada a pensamentos de baixa estima, frequente sensação de inadequação e constante frustração em decorrência da desvalorização da capacidade e habilidade pessoal.
O sentimento de autopiedade pode nos tornar doentes fisicamente.
Uma espécie de “invalidez psíquica” envolve-nos a existência e, a partir daí, sentimo-nos inferiores e incapazes, levados a uma perda total da confiança em nós mesmos.
A piedade aqui referenciada, é o sofrimento moral de pesar ou aflição que sentimos por autopunição. Ter pena ou dó, em muitas circunstâncias, pode não ser um sentimento verdadeiro, mas sim uma obrigação social aprendida, a ser demonstrada diante do infortúnio alheio.
No entanto, a sensação que experimentamos de amor, permeada de respeito e afeição pelos outros, revela-nos os reais sentimentos denominados de benevolência e compaixão. A baixa estima ou autopiedade, pode nos levar a ser vítimas de nós mesmos, pois estaremos somatizando essas emoções negativas em forma de doenças.
Os sintomas da enfermidade podem ser considerados a forma física de expressar uma atitude interna, ou mesmo um conflito.
Portanto, doentes não são somente as vítimas inocentes de algum desarranjo da natureza, mas também os facilitadores de sua própria moléstia.
O acontecimento em si mesmo, nunca tem muito sentido; precisamos aprender a discernir o que há por trás do aspecto físico, ou seja, atingir o conteúdo metafísico das coisas. A importância e a mensagem de um fato ou de um acontecimento somente aparecem clarificadas, quando interpretados em sua significação; é isso que nos permite a compreensão completa de seu sentido.
Quando deixamos de interpretar as ocorrências da vida e o segmento natural que implicará seu destino, nossa existência mergulhará numa total falta de sentido.
A doença sempre tem uma intencionalidade e um objetivo, surgindo nas criaturas de baixa estima a fim de alertá-las de que existe uma descompensação psíquica (seu sentimento de inferioridade) e da necessidade de harmonizá-la.
O sentimento de inferioridade ou de baixa estima associa as criaturas a uma resignação exagerada, a um autodesleixo ou descuido das coisas pessoais.
A perda do senso de autovalorização é também consequência do sentimento de inferioridade, que remete os indivíduos à vivência entre “hábitos cronometrados” e a uma “mecanização dos costumes”.
Aqui estão algumas afirmações, que, se observadas com atenção, poderão nos ajudar a reconquistar a autoconfiança perdida:
- somos potencialmente capazes de tomar decisões sem ter que recorrer a intermináveis conselhos;
- possuímos uma individualidade divina completamente distinta da dos outros;
- fazemos as coisas porque gostamos, não para agradar as pessoas;
- encontraremos sempre novos relacionamentos; por isso não temos medo de ser abandonados;
- usaremos, constantemente, de nosso bom senso; portanto, as críticas e as desaprovações não nos atingirão com facilidade;
- tomaremos nossas próprias decisões, respeitando, porém, a dos outros.
É essencial lembrar-nos de que sempre é possível alterar ou transformar nosso “estilo de vida”.
Para tanto, não duvidemos de nossas aptidões e vocações naturais, nem questionaremos, sistematicamente, nossas forças interiores.
Para obtermos autoconfiança, somente é preciso reivindicarmos, valorosamente, o que já existe em nós por direito divino.
Hammed
sábado, 19 de abril de 2014
Feliz Páscoa
Páscoa significa renascimento, renascer.
Desejo que neste dia, em que nós cristãos, comemoremos o seu
renascimento para a vida eterna, possamos renascer também em nossos
corações.
Que neste momento tão especial de reflexão, possamos lembrar daqueles
que estão aflitos e sem esperanças. Possamos fazer uma prece por aqueles
que já não o fazem mais, porque perderam a fé em um novo recomeçar,
pois esqueceram que a vida e um eterno ressurgir.
Não nos deixe esquecer que mesmo nos momentos mais difíceis do nosso
caminho, tu estas conosco em nossos corações, porque mesmo que já
tenhamos esquecido de ti, você jamais o faz.
Pois, padeceste o martírio da cruz em nome do Pai e pela humanidade, que
muitas e muitas vezes esquece disso.
Esquecem de ti e do teu sacrifício
Quando agridem seu irmão,
Quando ignoram aqueles que passam fome,
Quando ignoram os que sofrem a dor da perda e da separação,
Quando usam a força do poder para dominar e maltratar o próximo,
Quando não lembram que uma palavra de carinho, um sorriso,
um afago, um gesto podem fazer o mundo melhor.
Jesus...
Conceda-me a graça de ser menos egoísta, e mais solidário para com
aqueles que precisam.
Que jamais esqueça de ti e de que sempre estarás
comigo não importa quão difícil seja meu caminhar.
Obrigado Senhor, pelo muito que tenho e pelo pouco que possa vir a ter.
Por minha vida e por minha alma imortal.
Obrigado Senhor!
Amém.
Feliz Páscoa!
O espiritismo e a Páscoa
A Páscoa é uma das mais tradicionais
comemorações das comunidade Cristã, que o dicionário da língua portuguesa
define como sendo: s.f. Festa anual dos hebreus em memória da sua saída do
Egito; festa anual dos cristãos em memória da ressurreição de Cristo.
Por este motivo, irmãos de diversas
correntes do Cristianismo estarão comemorando a volta de Jesus à vida, que se
deu justamente na páscoa judaica no ano 33 da nossa era. A Páscoa em verdade,
nas interpretações dadas pelas religiões tradicionais, está envolta num
injustificado conceito de "culpa", pois segundo ensinam, Jesus teria
padecido os tormentos porque passou, "para nos salvar", em razão dos
nossos pecados, que teriam se iniciado com a desobediência de Adão e Eva no
paraíso.
Nós Espíritas, embora sendo também
Cristãos, não celebramos a páscoa dessa forma, por entendê-la de maneira bem
diferente no que concerne à morte e à "ressurreição" de Jesus, pois
sabemos que a aparição do Mestre de Nazaré a Maria de Magdala e aos seus
Discípulos não foi uma derrogação das Leis naturais do nosso Planeta, pois, uma
ressurreição significaria a volta à vida de um corpo já morto, o que sabemos
ser cientificamente impossível.
A Doutrina Espírita não proíbe, nem
condena a forma como a páscoa é comemorada pelos nossos irmãos em humanidade,
se levarmos em conta o seu simbolismo; para nós espíritas, a páscoa pode muito
bem representar a libertação da ignorância pelo conhecimento, a vitória da vida
sobre a "morte", a renovação dos nossos propósitos mais nobres no
engrandecimento do espírito imortal, a nossa renovação moral na transformação
do homem velho que sempre fomos e no crescimento em
nosso interior do homem novo, renovado em seus princípios éticos-morais.
nosso interior do homem novo, renovado em seus princípios éticos-morais.
Duas figuras se destacam na comemoração
da Páscoa:
1. O COELHO, por ser animal rápido, esperto, e transmitir a idéia de alegria, representa o divulgador da notícia da ressurreição do Cristo.
2. O OVO, que já era utilizado antigamente para comemorar a páscoa judaica, onde as pessoas presenteavam-se com ovos verdadeiros, cuja casca pintavam com muito carinho para servir de enfeite e como lembranças para a pessoa a quem se ofertava, porém tinham como desvantagem a facilidade com que se quebravam e estragavam. Com o passar dos anos, o homem teve a idéia de comercializar a maneira de se presentear na páscoa, e então passou a produzir os ovos de chocolate, de açúcar, porcelana, alumínio e diversos outros materiais, que serviram para sustentar a idéia de presentear com o ovo na páscoa e ainda auferir vantagens financeiras, a tal ponto que em nossos dias, o que mais importa não é o real motivo da comemoração da páscoa, que muitos não sabem o que representa, e sim o tamanho e o valor do ovo de chocolate que sonham em receber.
Entendemos a páscoa como uma divina
lição que Jesus nos deu, vencendo as iniquidades do mundo, e retornando
triunfante para confirmar o que já havia afirmado antes; "que a morte não
existe como a entendemos; e cumprir sua promessa de 'ficar eternamente
conosco'", servindo-nos de bússola apontando a direção certa a todos
quantos sinceramente desejarem segui-lo e encontrá-lo.
Fonte: Correio Espírita - Abril de 2006
Por: Francisco Rebouças
Por: Francisco Rebouças
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