terça-feira, 20 de maio de 2014

A Doçura das Palavras

Quando ouvimos algo doce e sereno, os nossos ouvidos agradecem a
entonação afetuosa da fala e o nosso espírito se enche de paz e luz.
Por várias vezes teremos a oportunidade de exercitar em nós a doçura
das palavras, mas poucas vezes vamos nos propor a este exercício,
porque muitas vezes nos é mais cômodo a severidade das palavras,
do que a doçura em nossa fala.
Percebam que quando resolvemos nossas dificuldades medindo o que falamos,
pensando antes de falar, temos muito mais chances de sermos bem
sucedidos do que simplesmente falando severamente.
Coloque em tudo que fizer a doçura das palavras e
assim verá o quanto poderá modificar suas ações .
www.gotasdepaz.com.br

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domingo, 18 de maio de 2014

A prece espírita


Numa época em que orar se tornou um hábito obsoleto, inclusive para os próprios religiosos, o Espiritismo faz com que o homem redescubra o valor da prece.
Orar, para o espírita, é um ato consciente.
Na prece, em que procura valorizar mais o sentimento do que as palavras, ele empreende um estudo sobre si mesmo, de forma sincera.
O espírita sabe que a oração lhe possibilita a sintonia com os Planos Mais Altos, haurindo forças para perseverar no caminho que escolheu palmilhar sobre a Terra.
Quando ora, portanto, eis que ele se coloca, onde estiver numa atitude de respeito e de reverência ao Criador.
Para o espírita, o hábito de orar deve ser tão natural quanto o de respirar.
Promovendo o necessário silêncio interior, ele busca ouvir a Resposta Divina às suas súplicas, resignando-se ante as provas imprescindíveis ao seu burilamento.
Nas decisões que precise tomar, o espírita ora, pedindo inspiração, compreendendo que todos estamos submetidos a um Poder Superior que governa a Vida.
Para ele, a prece nunca é enfadonha.
Esforçando-se no sentido de que haja coerência entre o que fala e o que faz, o espírita, de suas ações de cada dia, procura fazer uma prece contínua que oferece a Deus em holocausto de amor.
Para o espírita, não existem fórmulas especiais de oração.
Excetuando-se o “Pai Nosso”, a prece-símbolo da fraternidade entre os homens, que nos foi ensinada por Jesus, todos podemos compor as nossas preces segundo as próprias ideias e emoções.
 Se os dirigentes das nações cultivassem o hábito da oração, antes que passassem a discutir em torno de uma mesa os problemas internacionais, certamente que o resultado de suas negociações seria bem diferente.
Se as autoridades governamentais de cada país orassem com fervor, a paz no mundo seria uma realidade e não um simples sonho.
Se todos os lares orassem de acordo com as suas convicções religiosas, a Terra seria um paraíso, atraindo para si as influências positivas do Universo, transformando-se numa estrela de brilho infindável.
Por isto, os espíritas são chamados a uma revalorização da prece, no mundo atual, que parece mentalmente afastado de Deus.
A indiferença do homem pela prece evidencia a indigência espiritual em que ele vive hoje.
E que dizermos daquele que ora simplesmente por orar, como se a oração fosse um conjunto de palavras sem alma?!...
Que o espírita perceba a extensão de sua responsabilidade e peça a Deus forças para não recuar diante dela, em sua condição de “sal da terra”...
De nossa parte, em nome dos que servem ao Cristo na seara espírita, estaremos a postos para auxiliá-los no que possamos, ainda que efetivamente possamos muito pouco.

Irmão José / Psicografia de Carlos A. Baccelli

terça-feira, 6 de maio de 2014

Como se inicia o processo da gravidez!



Na hora em que o óvulo é anexado ao espermatozoide dentro do útero de uma mulher, existem energias ali, positivas ou negativas nas paredes do útero, no seu corpo que definem o estado das primeiras células, se vão estar em estado negativo ou não, estas energias se forem de uma concepção feita com o amor em harmonia, serão positivas, se o feto está sendo gerado devido a algum estrupo ou sexo sem amor, traições, interesses, as energias que vão estar impregnadas nas paredes do útero serão negativas.


Após a fecundação, tudo já está determinado por Deus, de maneira indireta, que é através de seus auxiliadores espirituais, qual vai ser o espírito que vai ter a graça de poder se reencarnar naquela vida que está se formando.

Surge então um fio muito fino feito de energias que liga o pequeno feto ao espírito que foi escolhido, o espírito a partir daí já tem a certeza de sua reencarnação e fica em estado de alegria, de euforia em saber que vai ter uma nova chance de pagar seus pecados e se evoluir espiritualmente, começa a fazer mais planos de tudo o que pretende fazer para que não caia em armadilhas e fique estacionado no plano espiritual, sente um grande amor vindo de Deus em se lembrar dele e se promete em ser um homem ou mulher de boa índole para não cair nos vícios mundanos outra vez.

Após a fecundação do óvulo as energias mesmo negativas se tornam boas energias vindas de Deus, o milagre da vida acontece, a mulher muda suas feições e fica com um ar de mãe no rosto, suas feições ficam vivas, os olhos demostram que dentro dela está acontecendo um ato divino.
Este fio que parece uma linha, mas feito de energia pura, não se rompe, esta energia vem do cosmo, do universo, faz parte da criação, ela percorre longas distancias, e não tem possibilidade de se partir, porque ela é renovada sempre com as energias que estão no universo desde o princípio das coisas.

Primeiro Mês
O espírito que está ligado ao feto por um fio começa a sentir um torpor, uma certa sonolência em pensar, fica mais difícil agir, o fio que os une fica mais grosso, no final do primeiro mês ele já tem mais ou menos dois milímetros de diâmetro.

Segundo Mês
Ainda com consciência o espírito procura um contato com seus futuros pais, tenta participar de sonhos durante a noite, tenta um contato, tem vontade de se revelar e pedir a seus pais que o aceitem, sente ansiedade, sua espiritualidade está ligada a da mãe, quando a mãe está nervosa ou cansada, o feto mesmo com dois meses já tem uma pré visualização do caráter e dos sentimentos de sua futura mãe.

Terceiro Mês
O cordão que une o espírito ao feto já é mais grosso, como um cordão umbilical, só que de pura energia, este cordão liga o feto ao espírito que geralmente fica próximo, se a mãe tem problemas de aceitação da nova gestação, ou problemas de relacionamento com seu parceiro, ela envia energias ao feto sob a forma negativa, mas o amor materno já é mais forte e acaba purificando a concepção do feto e do cordão que une o feto ao espírito.

Quarto Mês
A esta hora o espírito que está ligado ao feto está completamente adormecido para vida espiritual e começa a ter uma vida intrauterina, brinca, se mexe, às vezes este período se dá no terceiro mês, suas lembranças da vida passada e da vida espiritual vão se guardando no subconsciente, que por sua vez são transferidas ao perispirito que já está se anexando ao novo corpo, em seu cérebro ficam gravadas vagas lembranças, as coisas que o espírito sabe, como tocar música, situações que marcaram muito, coisas que aprendeu em vidas passadas, ficam marcadas na memória do bebê, de forma que quando ele crescer vai ter mais facilidade ou aptidões ligadas a experiências do espírito.

Quinto Mês
Neste mês o espírito já com seu perispirito anexado ao bebê e com o cordão umbilical feito de energia espiritual já com dois centímetros de diâmetro, se o espírito não estiver ainda no corpo do bebê, este cordão atrai o espírito para junto de seu perispirito, nesta hora o espírito se incorpora de maneira definitiva ao bebê e começa a ter informações vindas do cerebro do bebê com mais intensidade, carinhos que a mãe faz, vozes, barulhos, tudo isso vai ficando registrado no espírito do bebê que já está ali dentro da barriga da mãe, os pensamentos do espírito e sua consciência começam a voltar gradualmente, mas já usando os neurônios ainda em formação do bebê, portanto o espírito nesta hora já está pensando como um bebê.

A partir deste mês já está completa a transferência, a reencarnação de uma nova vida.

Sexto Mês
No sexto mês em diante o espírito já está completamente em nosso mundo, reencarnado, e daí para frente ele procura se adaptar ao novo corpo que lhe foi dado por Deus, seus pensamentos mesmo tendo algum carma a resolver aqui na terra, são inocentes, as energias estão renovadas e em positividade, o espírito vai ter uma chance de recomeçar do zero na vida carnal.

Sétimo mês

No sétimo mês de gestação o cerebro do bebê ainda em desenvolvimento final não está preparado para receber a consciência e a personalidade do seu espírito, estas funções ainda ficam como que adormecidas, o espírito também sente sua individualidade e seu modo de pensar adormecido, o bebê está restrito ainda aos primeiros instintos humanos, fome, dor, sono, alegria, tristeza, os movimentos do bebê são involuntários e sem coordenação motora.

A verdadeira personalidade que está estampada no íntimo do espírito só aparece entre os seis e sete anos, isto porque primeiro ele precisa receber nos primeiros anos de vida a educação, o amor e o caráter de sua família.

No sétimo mês o espírito tem ligeiros momentos de lucidez onde ele vê sua próxima encarnação e seus resgates de antigos carmas que ele precisa fazer, muitos espíritos ainda sem evolução espiritual se intimidam por saberem que sua nova vida vão ter que passar por momentos difíceis, outros que já tem um pouco mais de adiantamento espiritual, ajudam a sua próxima família a recebê-lo em sua nova jornada, costumam visitar sua nova Mãe e Pai em sonhos durante a noite, outros conseguem magnetizar primeiramente o útero e depois o corpo todo de sua progenitora, trazendo energias positivas e restauradoras.

A concepção de uma nova vida é abençoada por Deus, as dores e os sofrimentos de uma Mãe antes do parto são recompensadas a ela pelo amor que ela vai receber em seguida, este amor não é um amor comum, não é um amor de filho para Mãe, um amor espiritual que atravessa encarnações.

Oitavo mês e o nono mês
O espírito já inteiramente lúcido e ligado ao seu novo corpo já não pertence mais ao mundo espiritual, a ansiedade toma conta de seu ser, tudo que ele deseja é que o parto seja breve e que tudo saia bem, ele escuta a voz de sua Mãe e seu Pai, sente o amor que vem dos dois, em sua mente já sabe que vai nascer para o mundo, em suas lembranças não sabe mais que está reencarnando, nem sabe de suas vidas passadas, um novo começo se abre em seu horizonte, ele sabe que irá ter uma nova chance e vai começar do zero, até a sua inteligência e seu conhecimento ficaram adormecidos, sua aparência vai ser de um bebê com a inocência divina, um anjo que nasce, a doçura e a fragilidade nos cuidados só despertam os instintos de Mãe.
Esta é a contribuição de Deus para o mundo um dia ficar melhor, a cada momento nasce um anjo novo, uma nova vida.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Baixa estima e seus perigos

O complexo de inferioridade consiste em um conjunto de ideias que foram recalcadas no inconsciente da criatura em tenra idade, associadas às já existentes pelas experiências obtidas em vidas pretéritas.
Ele age sobre a conduta humana, provocando sentimentos gratuitos de culpa, excessiva carga emotiva relacionada a pensamentos de baixa estima, frequente sensação de inadequação e constante frustração em decorrência da desvalorização da capacidade e habilidade pessoal.
O sentimento de autopiedade pode nos tornar doentes fisicamente.
Uma espécie de “invalidez psíquica” envolve-nos a existência e, a partir daí, sentimo-nos inferiores e incapazes, levados a uma perda total da confiança em nós mesmos.
A piedade aqui referenciada, é o sofrimento moral de pesar ou aflição que sentimos por autopunição. Ter pena ou dó, em muitas circunstâncias, pode não ser um sentimento verdadeiro, mas sim uma obrigação social aprendida, a ser demonstrada diante do infortúnio alheio.
No entanto, a sensação que experimentamos de amor, permeada de respeito e afeição pelos outros, revela-nos os reais sentimentos denominados de benevolência e compaixão. A baixa estima ou autopiedade, pode nos levar a ser vítimas de nós mesmos, pois estaremos somatizando essas emoções negativas em forma de doenças.
Os sintomas da enfermidade podem ser considerados a forma física de expressar uma atitude interna, ou mesmo um conflito.
Portanto, doentes não são somente as vítimas inocentes de algum desarranjo da natureza, mas também os facilitadores de sua própria moléstia.
O acontecimento em si mesmo, nunca tem muito sentido; precisamos aprender a discernir o que há por trás do aspecto físico, ou seja, atingir o conteúdo metafísico das coisas. A importância e a mensagem de um fato ou de um acontecimento somente aparecem clarificadas, quando interpretados em sua significação; é isso que nos permite a compreensão completa de seu sentido.
Quando deixamos de interpretar as ocorrências da vida e o segmento natural que implicará seu destino, nossa existência mergulhará numa total falta de sentido.
A doença sempre tem uma intencionalidade e um objetivo, surgindo nas criaturas de baixa estima a fim de alertá-las de que existe uma descompensação psíquica (seu sentimento de inferioridade) e da necessidade de harmonizá-la.
O sentimento de inferioridade ou de baixa estima associa as criaturas a uma resignação exagerada, a um autodesleixo ou descuido das coisas pessoais.
A perda do senso de autovalorização é também consequência do sentimento de inferioridade, que remete os indivíduos à vivência entre “hábitos cronometrados” e a uma “mecanização dos costumes”.
Aqui estão algumas afirmações, que, se observadas com atenção, poderão nos ajudar a reconquistar a autoconfiança perdida:
- somos potencialmente capazes de tomar decisões sem ter que recorrer a intermináveis conselhos;
- possuímos uma individualidade divina completamente distinta da dos outros;
- fazemos as coisas porque gostamos, não para agradar as pessoas;
- encontraremos sempre novos relacionamentos; por isso não temos medo de ser abandonados;
- usaremos, constantemente, de nosso bom senso; portanto, as críticas e as desaprovações não nos atingirão com facilidade;
- tomaremos nossas próprias decisões, respeitando, porém, a dos outros.
É essencial lembrar-nos de que sempre é possível alterar ou transformar nosso “estilo de vida”.
Para tanto, não duvidemos de nossas aptidões e vocações naturais, nem questionaremos, sistematicamente, nossas forças interiores.
Para obtermos autoconfiança, somente é preciso reivindicarmos, valorosamente, o que já existe em nós por direito divino.

Hammed

sábado, 19 de abril de 2014

Feliz Páscoa

Páscoa significa renascimento, renascer. 
Desejo que neste dia, em que nós cristãos, comemoremos o seu renascimento para a vida eterna, possamos renascer também em nossos corações. 
Que neste momento tão especial de reflexão, possamos lembrar daqueles que estão aflitos e sem esperanças. Possamos fazer uma prece por aqueles que já não o fazem mais, porque perderam a fé em um novo recomeçar, pois esqueceram que a vida e um eterno ressurgir. 
Não nos deixe esquecer que mesmo nos momentos mais difíceis do nosso caminho, tu estas conosco em nossos corações, porque mesmo que já tenhamos esquecido de ti, você jamais o faz. Pois, padeceste o martírio da cruz em nome do Pai e pela humanidade, que muitas e muitas vezes esquece disso. 
Esquecem de ti e do teu sacrifício 
Quando agridem seu irmão, 
Quando ignoram aqueles que passam fome, 
Quando ignoram os que sofrem a dor da perda e da separação, 
Quando usam a força do poder para dominar e maltratar o próximo, 
Quando não lembram que uma palavra de carinho, um sorriso, um afago, um gesto podem fazer o mundo melhor. 
Jesus... 
Conceda-me a graça de ser menos egoísta, e mais solidário para com aqueles que precisam. 
Que jamais esqueça de ti e de que sempre estarás comigo não importa quão difícil seja meu caminhar. Obrigado Senhor, pelo muito que tenho e pelo pouco que possa vir a ter. 
 Por minha vida e por minha alma imortal. 
Obrigado Senhor! 
Amém.
Feliz Páscoa!

O espiritismo e a Páscoa


A Páscoa é uma das mais tradicionais comemorações das comunidade Cristã, que o dicionário da língua portuguesa define como sendo: s.f. Festa anual dos hebreus em memória da sua saída do Egito; festa anual dos cristãos em memória da ressurreição de Cristo.
Por este motivo, irmãos de diversas correntes do Cristianismo estarão comemorando a volta de Jesus à vida, que se deu justamente na páscoa judaica no ano 33 da nossa era. A Páscoa em verdade, nas interpretações dadas pelas religiões tradicionais, está envolta num injustificado conceito de "culpa", pois segundo ensinam, Jesus teria padecido os tormentos porque passou, "para nos salvar", em razão dos nossos pecados, que teriam se iniciado com a desobediência de Adão e Eva no paraíso.
Nós Espíritas, embora sendo também Cristãos, não celebramos a páscoa dessa forma, por entendê-la de maneira bem diferente no que concerne à morte e à "ressurreição" de Jesus, pois sabemos que a aparição do Mestre de Nazaré a Maria de Magdala e aos seus Discípulos não foi uma derrogação das Leis naturais do nosso Planeta, pois, uma ressurreição significaria a volta à vida de um corpo já morto, o que sabemos ser cientificamente impossível.
A Doutrina Espírita não proíbe, nem condena a forma como a páscoa é comemorada pelos nossos irmãos em humanidade, se levarmos em conta o seu simbolismo; para nós espíritas, a páscoa pode muito bem representar a libertação da ignorância pelo conhecimento, a vitória da vida sobre a "morte", a renovação dos nossos propósitos mais nobres no engrandecimento do espírito imortal, a nossa renovação moral na transformação do homem velho que sempre fomos e no crescimento em
nosso interior do homem novo, renovado em seus princípios éticos-morais.

Duas figuras se destacam na comemoração da Páscoa:

1. O COELHO, por ser animal rápido, esperto, e transmitir a idéia de alegria, representa o divulgador da notícia da ressurreição do Cristo.

2. O OVO, que já era utilizado antigamente para comemorar a páscoa judaica, onde as pessoas presenteavam-se com ovos verdadeiros, cuja casca pintavam com muito carinho para servir de enfeite e como lembranças para a pessoa a quem se ofertava, porém tinham como desvantagem a facilidade com que se quebravam e estragavam. Com o passar dos anos, o homem teve a idéia de comercializar a maneira de se presentear na páscoa, e então passou a produzir os ovos de chocolate, de açúcar, porcelana, alumínio e diversos outros materiais, que serviram para sustentar a idéia de presentear com o ovo na páscoa e ainda auferir vantagens financeiras, a tal ponto que em nossos dias, o que mais importa não é o real motivo da comemoração da páscoa, que muitos não sabem o que representa, e sim o tamanho e o valor do ovo de chocolate que sonham em receber.
Entendemos a páscoa como uma divina lição que Jesus nos deu, vencendo as iniquidades do mundo, e retornando triunfante para confirmar o que já havia afirmado antes; "que a morte não existe como a entendemos; e cumprir sua promessa de 'ficar eternamente conosco'", servindo-nos de bússola apontando a direção certa a todos quantos sinceramente desejarem segui-lo e encontrá-lo.

Fonte: Correio Espírita - Abril de 2006
Por: Francisco Rebouças