O blog Espaço Livre foi criado com o propósito de compartilhar textos que venham acrescentar algo à vida das pessoas. Alguns escritos por mim, outros copiados, mas sempre identificando a fonte e os autores. Se alguma vez deixar de faze-lo, ou se algum autor se sentir prejudicado, peço que se manifeste para que possa fazer o devido reparo. Meu único propósito é partilhar conhecimento com os irmãos.
domingo, 30 de setembro de 2012
Nós Somos o Mundo
Chega o momento quando nós ouvimos uma certa chamada.
Quando o mundo deve vir junto como um.Há pessoas a morrer..
E é tempo de dar uma mãozinha para a vida.
O maior presente de todos.
Nós não podemos continuar , fingindo todos os dias.
Alguém, nalgum lado mais tarde vai ter a mudança.
Nós somos todos da fantástica e grande familia de Deus.
E é verdade , tu sabes , amor é tudo o que precisamos.
Refrão:
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
Enviem-lhes os vossos corações
Assim eles vão saber que alguém se importa com eles.
E as suas vidas vão ser mais fortes e livres.Como Deus nos mostrou como tornar pedras em pão.
E então nós todos devemos emprestar uma mãozinha de ajuda.
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
Quando estás em baixo e fora , parece que não há esperança nenhuma .Mas se acreditares que não há maneira de nós cairmos .
Bem , bem , bem , bem deixa-nos perceber que a mudança só pode vir .
Quando nós,
aguentarmos junto como um .
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
(Bob Dylan)
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
(Refrão)
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
(Refrão)
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
(Refrão)
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
(Refrão)
Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.
Havia uma escolha que estávamos a fazer.
Estávamos a salvar as nossoas próprias vidas.
É verdade , nós vamos fazer um dia melhor.
Apenas tu e eu.
Culpa e Consciência
“A culpa surge como forma de catarse necessária para
a libertação de conflitos. Encontra-se insculpida nos alicerces do espírito e
manifesta-se em expressão consciente ou através de complexos mecanismos de autopunição
inconsciente.
Suas raízes podem estar fixadas no pretérito - erros e crimes ocultos que não foram justiçados - ou em passado próximo, nas ações da extravagância e da delinquência.
Geradora de graves distúrbios, a culpa deve ser liberada a fim de que os seus danos
desapareçam.
A existência terrena é toda uma oportunidade para enriquecimento contínuo. Cada instante é ensejo de nova ação propiciadora de crescimento, de conhecimento, de conquista.
Saber utilizá-lo é desafio para a criatura que anela pela evolução espiritual.
Águas passadas não movem moinhos – afirma o brocardo popular, com sabedoria -.
As lembranças negativas entorpecem o entusiasmo para as ações edificantes, únicas
portadoras de esperança para a liberação da culpa.
Desse modo, quem se detém nas sombrias paisagens da culpa ainda não descobriu a
consciência da própria responsabilidade perante a vida, negando-se à benção da libertação.
Sai da forma do arrependimento e age de maneira correta, edificante.
Reabilita-te do erro através de ações novas que representam o teu atual estado de alma.
A soma das tuas ações positivas quitará o débito moral que contraíste perante a Divina
Consciência, porquanto o importante não é a quem se faz o bem ou o mal, e sim, a ação em si mesma em relação à harmonia universal.
A culpa deve ser superada mediante ações positivas, reabilitadoras, que resultarão dos
pensamentos íntimos enobrecedores.”
Suas raízes podem estar fixadas no pretérito - erros e crimes ocultos que não foram justiçados - ou em passado próximo, nas ações da extravagância e da delinquência.
Geradora de graves distúrbios, a culpa deve ser liberada a fim de que os seus danos
desapareçam.
A existência terrena é toda uma oportunidade para enriquecimento contínuo. Cada instante é ensejo de nova ação propiciadora de crescimento, de conhecimento, de conquista.
Saber utilizá-lo é desafio para a criatura que anela pela evolução espiritual.
Águas passadas não movem moinhos – afirma o brocardo popular, com sabedoria -.
As lembranças negativas entorpecem o entusiasmo para as ações edificantes, únicas
portadoras de esperança para a liberação da culpa.
Desse modo, quem se detém nas sombrias paisagens da culpa ainda não descobriu a
consciência da própria responsabilidade perante a vida, negando-se à benção da libertação.
Sai da forma do arrependimento e age de maneira correta, edificante.
Reabilita-te do erro através de ações novas que representam o teu atual estado de alma.
A soma das tuas ações positivas quitará o débito moral que contraíste perante a Divina
Consciência, porquanto o importante não é a quem se faz o bem ou o mal, e sim, a ação em si mesma em relação à harmonia universal.
A culpa deve ser superada mediante ações positivas, reabilitadoras, que resultarão dos
pensamentos íntimos enobrecedores.”
Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Momentos de Meditação
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Momentos de Meditação
sábado, 29 de setembro de 2012
Problemas do Amor
"... que vosso amor cresça cada vez mais no
pleno conhecimento e em todo o discernimento."
- Paulo. (Filipenses, 1:9.)
O amor é a força divina do Universo.pleno conhecimento e em todo o discernimento."
- Paulo. (Filipenses, 1:9.)
É imprescindível, porém muita vigilância para que não a desviemos na justa aplicação.
Quando um homem se devota, de maneira absoluta, aos seus cofres perecíveis, essa energia, no coração dele, denomina-se "avareza"; quando se atormenta, de modo exclusivo, pela defesa do que possui, julgando-se o centro da vida, no lugar em que se encontra, essa mesma força converte-se nele em "egoísmo"; quando só vê motivos para louvar o que representa, o que sente e o que faz, com manifesto desrespeito pelos valores alheios, o sentimento que predomina em sua órbita chama-se "inveja".
Paulo, escrevendo à amorosa comunidade filipense, formula indicação de elevado alcance. Assegura que "o amor deve crescer, cada vez mais, no conhecimento e no discernimento, a fim de que o aprendiz possa aprovar as coisas que são excelentes".
Instruamo-nos, pois, para conhecer.
Eduquemo-nos para discernir.
Cultura intelectual e aprimoramento moral são imperativos da vida, possibilitando-nos a manifestação do amor, no império da sublimação que nos aproxima de Deus.
Atendamos ao conselho apostólico e cresçamos em valores espirituais para a eternidade, porque, muitas vezes, o nosso amor é simplesmente querer e tão-somente com o "querer" é possível desfigurar, impensadamente, os mais belos quadros da vida.
- por Emmanuel (Espírito) & Francisco C. Xavier -
Obra: Fonte Viva.
Obra: Fonte Viva.
Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/problemas-do-amor/#ixzz27rEIJnI8
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Religiosos e eleições
Muitos
acham que religião não deve ser misturada com política. Há uma grande
diversidade de opiniões e, inclusive, diretrizes absurdas como a determinação
de que “não se pode falar em política na Casa de Deus”. E você, caro leitor, acha
coerente e sensato se omitir em relação aos problemas do município, do estado e
do País? Acha que não devemos ter preocupação com respeito a escolha de quem
nos governará? Será que tanto faz quem vai comandar tudo isto, que não tem
problema nenhum? Se sua resposta é sim, então me responda: Por que o mal
prolifera na Terra? Não sabe? Então eu respondo: Por omissão dos bons.
Que
a religião não se envolva em política partidária, isto sim, está correto, pois
que os partidos políticos não estão preocupados com os problemas do país, estão
preocupados com as suas conveniências e os interesses dos seus caciques. Aí
está o julgamento do “Mensalão”, que
escancara o que a sem-vergonhice político partidária é capaz de fazer.
Mas
daí a entender que não devemos nos envolver com a política em si, é de uma
incoerência sem tamanho, porque caracteriza crime de omissão. Devemos sim, nos
preocupar com coisas materiais, meu irmão. Não devemos nos preocupar “Só” com coisas materiais, isto sim.
Eu
alcancei uma época em que, por exemplo, vereadores não tinham salários. A
Câmara Municipal era composta por homens dotados de espírito público, que
dedicavam parte do seu tempo para debater sobre assuntos do interesse da
sociedade.Todos tinham suas ocupações na lida diária, afinal, tinham que ganhar
o pão de cada dia com o trabalho. Havia, é claro, políticos profissionais entre
eles. Eram aqueles que estavam ali para defender os interesses dos seus
caciques políticos, que geralmente lhes oferecia algumas benesses do poder. Aproveitadores e oportunistas sempre existiram
e sempre existirão.
Quando
vereador passou a ter salário toda sorte de vagabundos, desonestos e
oportunistas passou a disputar as eleições. Com isso, as pessoas de bem se
afastaram com a frágil desculpa de que não queriam nem deveriam se misturar com
aqueles. Esse foi o grande erro. O espaço ficou vago e foi ocupado porque quem
não devia. Agora, as pessoas de bem são governadas por eles.
Os
religiosos devem sim participar mais ativamente das eleições. Não digo que ser religioso
seja ter certificado de bom caráter e honestidade. Pelo contrário. Hoje em dia
os meios religiosos estão infestados de pessoas despidas de virtudes. Mas o
povo certamente saberá separar o joio do trigo.
Basta
que não se deixe ser manipulado, não permita que a sua consciência seja
conduzida conforme conveniências de outros, não seja fantoche nem marionete de
ninguém. Não vamos permanecer nesta omissão irresponsável. Vamos nos envolver
na política pra valer.
Cristóvam Aguiar - jornalista
Cristóvam Aguiar - jornalista
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Ponto negro
Conta-se que um professor
preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se
realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó: Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó: Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez por outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez por outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
* * *
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.
Redação do Momento Espírita
"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.
Redação do Momento Espírita
"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação." Chico Xavier - Emmanuel
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O Mandamento Maior
Tomamos
conhecimento através de leitura em revistas especializadas, que “a informação
científica tem sido um dos insumos básicos para o desenvolvimento científico e
tecnológico de uma nação. No atual momento vivenciado pela sociedade contemporânea
há um reconhecimento que a ciência, tecnologia e inovação constituem-se fatores
diferenciadores do desenvolvimento social e econômico de países e regiões”
(Rocha & Ferreira, 2004).
Nos dias atuais o
homem já conta, entre outras coisas, com a cirurgia virtual, investigações com
células-mãe, robótica, telefones por internet, televisões de plasma, viagens
espaciais, prevendo-se para o futuro, computador de DNA, base permanente na
Lua, energia limpa, missão tripulada para Marte, cura do câncer, transplante de
cabeça, viagem para o centro da Terra, etc., etc... E tudo isto em pouco mais
de 130 anos, já que no inicio do século passado, o homem ainda precisava da
tração animal para se locomover, a lâmpada elétrica de Edison, apareceu no ano
de 1879, e que a viagem inaugural do “14-Bis” aconteceu em setembro de 1906.
Entretanto, neste
mesmo curto período, o homem já conviveu com duas grandes guerras e outras
regionais, que levaram dor e lágrimas para milhões, o que nos leva a concordar
que o avanço cientifico e tecnológico não foi acompanhado pelo indispensável
avanço moral e espiritual. E é por esta razão que a Espiritualidade Maior vem
nos advertindo (1): “Iluminemos o raciocínio sem descurar o sentimento”.
Sem isto, o homem continuará a monumentalizar cidades importantes e a
estabelecer engenhos para destruí-las; levantar embarcações que se alteiam como
sendo palácios flutuantes e a criar o torpedo que as põe a pique; asas
metálicas poderosas que, em tempo breve, transportam o homem, através de todos
os continentes e aprumar os bombardeiros para destruir suas casas; alçar a
cirurgia às inesperadas culminâncias e aprimorar as técnicas do aborto;
realizar incursões a pleno espaço, examinando do alto os processos mais seguros
para efetuar aniquilamentos em massa pelo foguete balístico.
“A
intelectualidade requintada entretece lauréis à civilização, mas, por si só,
não conseguiu, até hoje, frenar o poder das trevas”. Por insto é que Jesus
colocou como primeiro ensinamento: “Espíritas, amai-vos!”.
(1) Emmanuel –
“Livro da Esperança”.
Editor - O
mensageiro - agosto 2012
Tem gente que casa como compra apartamento: já pensando na reforma
Muitas vezes os problemas de relacionamento estão na origem:
planta-se uma determinada semente, mas espera-se que cresça um outro
tipo de árvore. É o assunto do post da professora e psicóloga carioca Mônica El Bayeh, em Mulher 7 X 7.
Quando escolhemos um parceiro, estamos determinando uma parte do
sabor do nosso pomar. Mas, inexplicavelmente, tem plantador que compra
sementes de limão, na esperança de colher laranja lima. Não é que tenha
comprado enganado. Apenas acha que, com o tempo, o sabor vai mudar.
Planta seus limões bem feliz. Depois se espanta com o resultado da
colheita. Estranha o azedume, faz cara feia. Não escolheu o limão?
Esperava o que?
Construir
um pomar é transformar terra em sabor. Escolher as sementes já com a
água na boca do que se espera colher no futuro. Quem planta conta com a
colheita. É fato. Espera um retorno.
Vejo acontecer no consultório. As pessoas escolhem o parceiro como
se procurassem apartamento. Já compram contando com a reforma. A
pessoa é daquele jeito. Aceitou ou não aceitou?
Aceitam ficar com um coqueiro e passam a vida reclamando porque ele
não dá manga. O que poderia ser doce sabor é provado como água salobra.
Todos nós temos alguma coisa para dar. Assim é também com o limão.
Limão é boa fruta. Mas não é uma laranja lima. Nunca será. Faz
limonada, caipirinha. É rico em vitamina C. Inigualável como tempero.
Possui várias finalidades. Tem seu próprio sabor, e pode ser
ótimo. Mas uma triste sequência de sustos e desilusões entre o que se
planta e o que se espera colher desqualifica o limão, o reduz a zero.
É preciso saber receber, validar, reconhecer o valor do parceiro que
está ao seu lado. Cada um é único. Com seus defeitos e qualidades.
Com famílias e casais muitas vezes esse mal entendido é o início do fim.
Esperar que o outro seja diferente de sua essência inviabiliza
qualquer relação. Mina a parceria. Cria pequenas rachaduras, discretas
infiltrações que vão aparecendo aqui e ali nas cobranças diárias.
Muitas vezes se acha mais prático nem notar, fingir que não vê. Mas
elas estão ali. E tendem a aumentar.
A dinâmica é essa. Um demonstra seu carinho, mas não exatamente da
forma esperada pelo outro. Então não é bem recebido. Esse tipo de
expectativa vai cavando um abismo entre as pessoas. Reclamam as que
presenteiam, porque se entregaram e não foram bem aceitas na forma como o
fizeram. As que recebem, porque não reconhecem como presente aquilo
que lhes foi dado. E continuam na falta, ressentidas, distantes.
Muitos relacionamentos se desfazem assim. Fica cada um de um lado,
ferido, magoado. Como se falassem línguas distintas, vão interrompendo a
comunicação do amor. O que era para ser um pomar vira terreno baldio.
A relação vai se desfazendo ponto por ponto como uma trama de tricô
rasgada. Um bordado que vai soltando a linha e desfazendo seu desenho
original. O que era figura, agora se desfigura. O amor vai saindo aos
poucos, pela porta da frente. Sem que nada seja feito ou percebido.
Quando a porta bate, a ficha cai.
Mas, aí já foi. Muitas vezes, é tarde demais.
Relação é parceria. Cada um dá o que pode, o que tem. Cada um de uma
forma própria saberá de falar do seu amor. Porque amor é rio, tem que
desembocar em algum lugar. Onde? É preciso boa vontade em descobrir,
mapear seus afluentes. Em vez de ficar esperando que venha só como a
gente quer receber. Ou se fechar na espera vã de que o outro adivinhe
nosso desejo. É preciso saber qual é a forma que cada um tem de
demonstrar o que sente.
Plantação depende de boa parceria entre a terra e a semente. Que a
terra se deixe fecundar. Que a semente confie para se abrir.
Relacionamento é assim. É cuidado, investimento, coragem e paciência no
tempo que leva para brotar.
Relação é bumerangue. O que você recebe é o retorno do que
cultivou. É via de mão dupla. O que vai, em algum momento volta. É
certo.
O pomar da vida funciona assim: Plantou doce, tem doce. Plantou cactos, tem espinho. Plantou comigo ninguém pode, tem veneno.
Seu pomar é o espelho da alma. Pense a respeito. Que árvore você é? O que você planta no seu jardim?
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