quarta-feira, 6 de março de 2013

Mulher


Elba Ramalho

Pra descrever uma mulher
Não é do jeito que quiser
Primeiro tem que ser sensível
Senão, é impossível
Quem vê por fora, não vai ver
Por dentro o que ela é
É um risco tentar resumir
Mulher...

De um lado é corpo e sedução
Do outro força e coração
É fera e sabe machucar
Mas a primeira a te curar
E sempre faz o que bem quer
Ninguém pode impedir
E assim começa a definir
Mulher...
Mulher...
Entre tudo o que existe é principal
Pra você gerar a vida é natural
Esse é o mundo da mulher...

Mulher..
Que a divina natureza fez surgir
A mais linda obra prima que alguém já viu
Assim nasceu a mulher
Nas mãos de Deus...

Por mais que o homem possa ter
Sem ela não dá pra viver
As vezes pede proteção
Pra ter um pouco de atenção
Se finge ser tão frágil mas,
domina quem quiser
Pois ninguém pode definir
Mulher...
Mulher...
Entre tudo que existe é principal
Pra você gerar a vida é natural
Esse é o mundo da mulher

Mulher...
Que a divina natureza fez surgir
A mais linda obra prima que alguém já viu
Assim nasceu a mulher
Nas mãos de Deus...

Mulher.... mulher .... mulher


Mulher Geraldo Azevedo

Mulher



Eu sou a mãe da praça de maio
Sou alma dilacerada
Sou Zuzu Angel, sou Sharon Tate
O espectro da mulher assassinada
Em nome do amor
Sou a mulher abandonada
Pelo homem que inventou
Outra mais menina
Sou Cecília, Adélia, Cora Coralina
Sou Leila e Angela Diniz
Eu sou Elis
Eu sou assim
Sou o grito que reclama a paz
Eu sou a chama da transformação
Sorriso meu, meus ais
Grande emoção
Que privilégio poder trazer
No ventre a luz capaz de eternizar
Em nós sonho de criança
Tua herança
Eu sou a moça violentada
Sou Mônica, sou a Cláudia
Eu sou Marilyn, Aída sou
A dona de casa enjaulada
Sem poder sair
Sou Janis Joplin drogada
Eu sou Rita Lee
Sou a mulher da rua
Sou a que posa na revista nua
Sou Simone de Beauvoir
Eu sou Dadá
Eu sou assim...
Ainda sou a operária
Doméstica, humilhada
Eu sou a fiel e safada
Aquela que vê a novela
A que disse não
Sou a que sonha com artista
De televisão
A que faz a feira
Sou o feitiço, sou a feiticeira
Sou a que cedeu ao patrão
Sou a solidão
Eu sou assim

segunda-feira, 4 de março de 2013

Como Ser Um Bom Espírita?



          Em qualquer recanto que se esteja o sobressalto, a certeza de que não mais é possível olhar o mundo com a inocência de antes, a consciência de que movimentos e atitudes, modos e tendências devem ser revistos para que o espírito acompanhe, sem desfalecer, as transformações planetárias em curso.
         O Espiritismo avança a largas braçadas, educando corações e mentes, mas, ainda assim, muitos espíritas conscientes  e sinceros se defrontam, inúmeras vezes, com questionamentos dolorosos acerca do melhor modo de agir perante ocorrências nem sempre felizes que o surpreendem cotidianamente, em todos os setores.
         Como o espírita deve ser, como deve agir?
         André Luiz nos alerta que ser um bom espírita não significa benevolência absoluta com tudo e com todos e nem tampouco severidade na mesma medida.
         "É necessário escolher atitude e posição de equilíbrio", diz, entre outros preciosos indicadores comportamentais, na mensagem selecionada para esta semana, não esquecendo de colocar que devemos conhecer a nós mesmos, para que efetuemos essa escolha com mais segurança e verdade...
         Como ser um bom Espírita?
         O espírita deve ser verdadeiro. Mas não agressivo, manejando a verdade a ponto de convertê-la em tacape na pele dos semelhantes.
          Bom. Mas não displicente que chegue a favorecer a força do mal, sob o pretexto de cultivar a ternura.
         Generoso. Mas não perdulário que abrace a prodigalidade excessiva, sufocando as possibilidades de trabalho que despontam nos outros.
          Doce. Mas não tão doce que atinja a dúbia suavidade, incapaz de assumir determinados compromissos na hora da decisão.
         Justo. Mas não implacável, em nome da justiça, impedindo a recuperação dos que caem e sofrem.
          Claro. Mas não desabrido, dando a ideia de eleger-se em fiscal de consciências alheias.
         Franco. Mas não insolente, ferindo os outros.
          Paciente. Mas não irresponsável, adotando negligência em nome da gentileza.
         Tolerante. Mas não indiferente, aplaudindo o erro deliberado em benefício da sombra.
         Calmo. Mas não sossegado que se afogue em preguiça.
          Confiante. Mas não fanático que se abstenha do raciocínio.
          Persistente. Mas não teimoso, viciando-se em rebelar-se.
          Diligente. Mas não precipitado, destruindo a si próprio.
         "Conhece-te a ti mesmo", diz a filosofia, e para conhecer a nós mesmos, é necessário escolher atitude e posição de equilíbrio, seja na emotividade ou no pensamento, na palavra ou na ação, porque, efetivamente, o equilíbrio nunca é demais.

ANDRÉ LUIZ.



Amélia nunca mais

 Estamos na semana dedica a mulher. As mensagens e propagandas relacionadas a data já estão no ar nos meios de comunicação. Para mim é apenas uma data como qualquer outra, mas, ja que todas as atenções estão voltadas para o tema, vamos aproveitar para refletir um pouco sobre o assunto. Vamos começar com este artigo de Cristóvam Aguiar, publicado ha um ano:

 Amélia nunca mais

       No dia 08, comemora-se o “Dia Internacional da Mulher”. A data foi escolhida para marcar o dia em que um grupo de mulheres trabalhadoras, por terem reivindicado direitos trabalhistas, foram trancadas num galpão de uma fábrica que foi incendiada com elas dentro, num cruel e brutal assassinato coletivo.
            A data serve também para comemorar a emancipação política e social da mulher. Sim, porque antigamente as mulheres, às vezes ainda adolescentes, casavam-se e tornavam-se empregadas domésticas dos seus maridos, cuidando da casa, dos filhos, cozinhando, lavando, passando roupa e prestando serviços sexuais ao marido. Sequer tinham direito a voto nas eleições, pois eram consideradas incapazes.
            Como sabemos, a mulher foi à luta, aos poucos conquistou seu espaço na sociedade e na política, disputa postos de trabalho de igual para igual com os homens, e embora ainda sejam muito discriminadas, esse quadro parece ser irreversível.
            Já vai muito longe aquele fatídico dia do massacre. Vão longe também os dias em que Betty Friedan e suas seguidoras feministas queimaram sutiãs em praça pública, declarando a liberdade sexual das mulheres. Com o advento da pílula anticoncepcional, ter filhos passou a ser uma escolha, e não uma obrigação. Casar também passou a ser uma opção.
            Mas, o que a mulher ganhou em direitos, perdeu em essência. O gênero feminino é, de certo modo, frágil. Mesmo que aparentemente. Ela precisa dessa fragilidade para atrair o sexo oposto. O homem pode até aceitar que ela trabalhe, que participe da vida pública, que tenha uma vida independente. Mas não vai querer se deitar com uma mulher masculinizada, da mesma forma que elas não gostariam de se relacionar com homens afeminados. Existem as exceções, é claro. Mas eu estou falando de gente normal, de uma relação entre um macho e uma fêmea.
            Uma mulher tem peculiaridades que a maioria dos homens sequer supõe. Ela é sensível ao amor, gosta de se sentir desejada, quer se fazer mais bonita para o homem que ama. Mesmo aquelas que preferem uma vida celibatária, em algum momento vão desejar ter um homem só pra si. E é aí que a mulher manifesta toda a essência do seu ser.
            Eu só vejo um problema em tudo isso, que é o mau uso que estão fazendo da liberdade sexual. Quando Mary Quant lançou a minissaia, foi um escândalo, como foi um escândalo também quando foi usado o primeiro biquíni. O corpo de uma mulher é tão lindo que parece ser sagrado. Não deve ser maculado com filhos indesejados, doenças venéreas, promiscuidade, drogas, libertinagem ou qualquer outra coisa que fuja às regras do bem viver. E um lembrete aos covardes: Em mulher não se bate!
            Um beijo para todas vocês.
*Cristóvam Aguiar é escritor, radialista e jornalista.

domingo, 3 de março de 2013

Quando a morte é bonita

 Este relato me fez voltar no tempo. Há 14 anos vivi situação identica quando meu pai mudou de plano. É como se tivesse vivido tudo outra vez.

Vi alguém morrer na minha frente. E percebi que a morte pode ser bonita, apesar de triste. Assisti à agonia dos últimos dias. Fiquei olhando a respiração ofegante, precária, sem nada poder fazer. Presenciei o fim de uma vida, à qual, de algum modo, devo a minha. Fui testemunha do fechamento de um ciclo: e aí está a beleza de que falei no início.
Cheguei à casa dos meus pais numa tarde de segunda. No quarto do meu avô, há tempos muito mais uma acomodação hospitalar do que lugar de descanso noturno, um concentrador havia sido instalado pela manhã: uma espécie de filtro de ar, que entregava oxigênio diretamente em suas narinas. O corpo estava inchado: mau sinal; os rins estavam falhando. Mas o hospital disse que nada havia para ser feito e que ele deveria ficar em casa. Dois dias se passaram, sem mudança significativa no quadro. E assim poderia permanecer dias, semanas, até um mês…
Mas houve apenas mais um dia. Pela manhã, a respiração ficou ainda mais ofegante, acompanhada do barulho de uma secreção constante, que se fazia ouvir por toda a casa. Em vários momentos daquela quarta-feira, achamos que ele estava indo embora. Os olhos ficavam abertos, mas pareciam longe: gostaria de saber o que viam. Pegamos a sua mão, rezamos, lhe agradecemos por tudo. Disse-lhe que cuidava da minha mãe por ele e que todos o amavam muito. Mas ele ainda ficou conosco por mais umas horas. “Está muito agônico”, contou o enfermeiro que o visitou durante a noite. E a agonia, dele e nossa, só aumentou.
Chega a madrugada. É impossível dormir. Tentei ficar ao lado, segurando a sua mão. Acompanhei a respiração cada vez mais difícil, a secreção cada vez mais presente. A vontade era tirar meu pulmão e o entregar-lhe, para que seu sofrimento passasse. O oxigênio que recebia não fazia a menor diferença. Não havia mais nenhum traço de consciência em seu olhar. Estava muito nervosa e comecei a andar pela casa. Deito no sofá da sala e faço o que me resta: rezo, com toda a minha devoção, e peço para que Deus acabe com seu sofrimento. Eis o momento em que nosso egoísmo — o querer ter para sempre a presença — cede lugar ao amor em sua forma mais bonita, que tão poucas vezes aparece em nossa vida: preferi perdê-lo a tê-lo em agonia.
Minha mãe então acorda de seu sono breve e me manda descansar um pouco, porque a noite pode ser longa. Ela fecha a porta do quarto: o barulho da respiração diminui, porém continua gravado na minha mente. E o meu pulmão não pode substituir o seu, velho, cansado, doente. Fecho os olhos, mas poucos minutos depois eles se abrem assustados. “Corra, Juliana, o vô está indo embora.” Levanto em sobressalto e me coloco ao seu lado. Não sei onde pus minhas mãos; acho que ficaram apoiadas no colchão, ao lado do seu braço. Não sabia o que fazer. Lembro-me apenas de olhar seu rosto, acompanhando a respiração: a boca aberta, os olhos perdidos, semicerrados, todas as rugas do rosto. “Ele foi embora. Vá com Deus, meu pai”, disse minha mãe. E saiu por segundos do quarto, buscando o telefone para falar com os irmãos. Mas houve ainda mais um respiro. E esse só eu vi. Dei-lhe um beijo.
O último suspiro. Concretizado na minha frente. Senti uma palpitação terrível, um nervosismo desmedido. As pernas falharam. Corri para minha cama e deixei o corpo cair. Não sei o que se passava em minha mente. Isso durou um minuto. Recobrei a razão em seguida: preciso ajudar minha mãe. E voltei, achando serenidade em algum lugar forte dentro de mim que eu não sabia que existia. Liguei para quem tinha de ligar. Abracei e beijei meu avô por diversas vezes. Participei de um processo do qual achei que não seria madura suficiente para tomar parte: carro de funerária, corpo sendo levado, entrega da roupa, escolha do caixão.
Meu avô foi embora da vida com duas gerações ao seu lado: minha mãe e eu. Uma amiga me disse que poucos têm o privilégio de morrer perto dos que amam. Meu avô teve. Não faltou nada para lhe dizer, não faltou nada para fazer. A não ser dar a ele meu pulmão jovem. Chegará um dia, se o ciclo da vida se cumprir, em que meu pulmão velho estará cansado. Rezo para que haja alguém ao meu lado, velho ou novo, querendo me dar o seu, quando esse momento chegar.

Juliana Doretto

Mulher 7 X 7 - Época

Paula Fernandes é hostilizada por se declarar espírita!

         A cantora Paula Fernandes declarou recentemente para a imprensa que é adepta da Doutrina Espírita. Por conta de sua ousadia foi hostilizada nas redes sociais. Custo a crer que algum líder religioso  incentive os fieis ao preconceito. Prefiro acreditar que se trata de ações isoladas por parte de alguns exagerados.
          No entanto, mesmo que seja ação isolada de um pequeno grupo ainda assim é lamentável que em pleno século XXI alguém seja discriminado por optar por esta ou aquela religião.
          Aliás, qualquer tipo de discriminação é lamentável.
          A Doutrina Espírita, lá atrás no século XIX, tratou de iluminar e mostrar que a religião professada vale pouco. O que conta, segundo os sábios da espiritualidade, é o bem praticado pelo homem em sua passagem pela Terra.
          Os Espíritos superiores não puxaram “ sardinha” para o lado do espiritismo. Ou seja, podemos seguir o que bem entendemos em termos de religião, porém o bem é sempre o norte, a segurança e o que realmente vale.
          Tenho a oportunidade de apresentar um programa pela internet, chama-se Deus e as religiões.  Entrevistamos líderes dos mais diversos segmentos religiosos.  Vamos ao pai de santo e também  ao pastor evangélico. Já estivemos com Ricardo Barreira, pai de santo, padre Beto, pastora     Paula Chaparro e outras pessoas mais.
          Na entrevista que realizamos com a pastora Paula Chaparro tive uma grande surpresa: Ela, a pastora, foi categórica: Não acredito em religião! A religião não muda ninguém! Creio em Deus!
Maravilha, pastora! É por ai mesmo, nada de preconceito.
          Somos todos Espíritos em busca da felicidade.  Se a encontramos em igreja, centro espírita ou terreiro isso pouco importa. O fundamental é fazermos o bem. Ademais, temos o sagrado direito de escolher o que é melhor para nossa vida.
          As pessoas podem até discordar, entretanto o fato de divergir não lhes dá o direito de discriminar.
          Porém, não adianta “tapar o sol com a peneira”.  A terra ainda é morada da incompreensão. Infelizmente a opção do outro ainda mexe muito com nosso coração. É a nossa velha vontade de controlar e impor o que pensamos.
          Vale a pena ficarmos atentos em nossa postura a fim de que não analisemos apenas o rótulo esquecendo-nos da essência.
          Quem assim age corre o risco de ser superficial.
          Paula Fernandes, Joaquim da Silva, Lígia Maria e tantos outros têm o direito de fazer sua opção.
          Nós temos o dever de respeitar.
          Pensemos nisto!


Wellington Balbo (Bauru – SP) é membro da Rede Amigo Espírita
Wellington Balbo é professor universitário, escritor e palestrante espírita, Bacharel em Administração de Empresas e licenciado em Matemática. É autor do livro "Lições da História Humana", síntese biográfica de vultos da História, à luz do pensamento espírita, e dirigente espírita no Centro Espírita Joana D´Arc, em Bauru.
wellington_balbo@hotmail.com

sexta-feira, 1 de março de 2013

Onde está você?



Onde está você com seus pensamentos nesse momento?
    Será que está presente na conversa com os amigos, ou está longe, viajando por lugares distantes?
    Onde está sua felicidade agora?
    Será que está junto de você, ou está longe, em objetos distantes, em pessoas que se foram, em bens materiais que você ainda não tem?
    Onde está seu sorriso agora?
    Está em seu rosto, estampando a sua alegria e confiança na vida?
    Ou será que foi levado por alguém que não está mais aqui?
    Será que seu sorriso ainda depende dos outros?
    Onde está a sua vontade de viver, agora?
    Está aí mesmo dentro de você chamando-o, a cada minuto, para as oportunidades, para viver os dias, ou está nas mãos de outras pessoas, e você está perdido sem saber para onde ir?
    Quem é o dono da sua vida, da sua vontade e da sua motivação?
    O que você precisa para ser feliz agora?
    Um emprego? Será que você não consegue procurar um pouco mais? Quem sabe mudar os rumos? Ou procurar em lugares onde você nunca havia procurado antes?
    Não coloque para si mesmo obstáculos demais!
    Será que a felicidade está apenas na conquista de um emprego?
    Talvez você precise de um amor.
    Então cu ltive novas amizades! Lembre-se de que a amizade é a fonte do amor verdadeiro!
    Procure se aproximar mais das pessoas, quem sabe!
    Antes de querer ser amado, ame!
    Onde está seu Deus agora?
    Será que você já o descobriu dentro de você?
    Será que você já o descobriu nas leis maravilhosas que regem o universo? Na proteção que recebemos, nas chances, nos encontros, nas bênçãos da vida?
    Será que você já o descobriu nas estrelas, nos mares, nos ventos, no perfume das flores?
    Onde está você agora?
    No curso mais seguro da vida, tendo sua embarcação sob controle? Ou está à deriva? Distraído pelas ilusões que encrespam o oceano todos os dias?
    Onde está você agora?
    Buscando um sentido maior para tudo, buscando o crescimento espiritual, ou está preocupado com coisas tão pequenas, incomodado com problemas tão simples?
    É tempo de saber onde realmente estamos.
    É tempo de repensar muitas coisas, de dar um novo sentido a tudo, de redescobrir as coisas mais simples e possíveis, e recriar a vida,colocando-a em seu curso seguro.
    Como nos ensinou o Mestre de Nazaré, onde estiver seu coração, aí estará também o seu tesouro.
    Pense nisso!
    Por vezes nossos olhares se perdem no espaço à procura de algo que se encontra bem perto de nós.
    Out ras vezes permitimos que nosso sorriso siga atrelado ao passo de alguém que se afasta de nós...
    Nossa alegria, tantas vezes, perde a força por causa de algo insignificante.
    Às vezes permitirmos que a nossa vontade de viver se enfraqueça, vencida pelas ilusões e fantasias...
    No entanto, para que não deixemos de viver o momento, intensamente, é preciso prestar atenção nas horas, no agora, no hoje, para que não deixemos escapar as mais excelentes oportunidades de construir nossa felicidade duradoura.
    Pensemos nisso!

(Texto de autoria desconhecida )